terça-feira, 8 de junho de 2010

A vacina- (UESB- 1961)

Esta história é muito divertida e é pouco conhecida de muitos Mestres; apesar da singeleza da mesma, nos traz um profundo ensinamento da forma como a Espiritualidade nos fala e muitas vezes não entendemos a mensagem:

... Mãe yara incorporou avisando que no outro dia todos seriam vacinados.
Amanheceu. Tudo transcorria normalmente, salvo pela ansiosidade da espera de pessoas, naturalmente vindas a mando de de alguma entidade do governo, para anunciada vacina de que falara a querida Mentora.
De repente, um enxame de "Marimbondo cavalo" chegou na UESB, atavcando e ferroando todo o mundo.
Correrias, gritos... Ninguém escapou.
Todos devidamente inchados.
À noite Mãe Yara incorpora e confirma:
_TODOS FORAM VACINADOS!

CITAÇÃO CIGANA

" A SABEDORIA É COMO UMA FLOR DE ONDE A ABELHA FAZ O MEL E A ARANHA FAZ O VENENO, CADA UMA DE ACORDO COM SUA PRÓPRIA NATUREZA"

A união fraternal da falange das ciganas Aganaras.

Queridas irmãs.

Nossa amada Mãe Clarividente nos disse, certa vez que, a nossa Falange não é melhor nem pior do que as outras, mas apenas diferente; e esta diferença pode ser notada pelocarinho e respeito que cada ninfa trata a sua irmã de falange, onde quer que se encontrem.
Neste fim de semana estive numa Grandiosa Consagração no Bendito templo Olamor do Amanhecer, de Vila Velha-ES e constatei mais uma vez esta verdade. Fiu recebida com carinho fraternal por todas as ciganas Aganaras ali presentes e no amor do Divino e Amado Mestre nos reconhecemos e nos unimos para a realização dos grandiosos Trablhos na ocasião realizados.
Falange grandiosa por seu amor á Doutrina de Pai Simiromba e pelo respeito ás heranças trancendentais. Uma cigana Aganara quando pisa o chão de um templo do Amanhecer o faz, não com os pés, mas com o coração.
Todo o sofrimento de nosso passado sombrio e cheio de valor ao mundo material nos fortaleceu o espírito nos fazendo quais rochas a sustentar, onde quer que estejamos, a casa do pai onde fomos acolhidas como num acampamento de alegria e tranquilidade.
Agradeço ás irmãs de Vila Velha-ES a acolhida bem como a todos os mestres e ninfas daquele Amanhecer.
Queridas irmãs, que o brilho de nossos adornos e enfeites sejam a tradução do amor que temos por nossa Falange, façamos-na cada vez mais grandiosa no serviço da missão que nos foi confiada e como Aragana saibamos que somente a humildade e o amor nos liberta e nos permite libertar aqueles que acrisolamos no ódio, na vingança e na destruição. Salve Deus!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Alma cigana

Povo Cigano

helena dança com leque

sob os olhos da Clarividente- Compensações cármicas( continuação)

Tudo se passou numa cidade pequena do interior de Minas, cerca de 60 anos atrás. nessa cidade havia um fazendeiro rico e respeitado chamado Júlio Ferreira. Sua mulher se chamava Penha e tinham um unico filho de nome Odilon.
Júlio nascera e se criara naquela região e conseguira sua modesta fortuna a custa de muito suor e sofrimento. Embora o casal ainda estivesse na casa dos cinquenta anos, eram muito envelhecidos, por causa da vida que levavam. odilon era o esteio de sua velhice.
rapaz ajuizado e trabalhador, era respeitado por todos. casara-se com uma moça da região por nome Maria e seu unico desgosto era não terem filhos. Nascera e se criara nos tratos das coisas da da fazenda e era um profundo conhecedor da criação de gado. Embora tivessem casa na cidade, ele passava a maior parte do tempo na fazenda ou em viagens de negócio de gado. Gostava de passar o fim de semana na cidade, onde tinha a sua roda de amigos, rapazes nascidos e criados na região junto com ele.
Como em toda a cidade pequena, todo mundo sabe o que se passa e qualquer alteração é logo notada. O comentário daquele fim de semana foi a chegada à cidade de uma moça muito bonita chamada Efigênia. Sua chegada chamara a atenção, não somente pela sua beleza, como também pelo fato de à procura de uma família que se mudara da cidade algum tempo atrás. A moça não se dera por achada e havia se hospedado na pensão do "seu" Hilário, um velho viúvo que tinha um único braço.
Aparentemente ela viera para ficar e se achava indecisa quanto ao rumo a tomar. havia muita especulação em torno dela, principalmente entre os rapazes e os mais afoitos já se preparavam para entrosamento com a viajante misteriosa.
Odilon ouviu divertido as hipóteses aventadas pelos seus amigos e não deu maior atenção ao caso. Não era dado a mulheres e vivia satisfeito com a esposa simples e dedicada.
No mesmo dia o destino os colocou frente a frente. Odilon foi procurar um homem de negócio que se hospedara no "seu" Hilário e lá ficou conhecendo Efigênia. De imediato foram envolvidos num laço sentimental que mudou o destino de ambos. Embora a afeição fosse sincera, Efigênia não resistiu á tentação da riqueza daquela família e, em pouco tempo, consegiu, através de Odilon, desbaratar tudo.
Inexperiente e reduzido á miséria, Odilon em pouco tempo reduziu-se a um alcólatra e jogador. separou-se da mulher e dos pais e passoua viver de expedientes que sua antiga reputação ainda proporcionava.
A situação tornou-se assim insuportável e, quando Efig~enia viu que nada mais havia a aproveitar, deixou-o e mudou-se para acidade grande.
odilon procurou recuperar-se no jogo mas acabou por perder os ultimos resíduos da antiga fortuna. Sua mãe e sua esposa o aceitaram, mas sem o mesmo afeto anterior. O tempo todo escarneciam de sua situação e amldiçoavam Efigênia, pelo que fizera. Para cúmulo do sofrimento, Maria ficou grávida, mas perdeu a criança e morreu do parto frustrado.
E assim foram desencarnando um a um daquela família em triste faixa cármica. Efigênia casou-se e viveu muito bem durante alguns anos. Agora estavam todos aqui para o reajuste.
A antiga Efigênia chamava-se agora Maria do nascimento, e suas filhas mudas Mira e Mara eram penha e Maria, mãe e esposa do desventurado Odilon.
na verdade as duas mulheres não tinham um carma pesado, pois haviam sofrido muito com os desmanados de Odilon e Efigênia. Vieram mudas como ressarcimento pelo muito que amaldiçoaram Efigênia. Quem mais sofria com a sua surdez era a sua mãe. O seu atual marido, o alcólatra de quem ela tanto se queixava, era o memso Espirito que fora seu marido, quando ela era Efigênia. Era um espirito bom e sua atitude residia mais na falta de sintonia com Maria, dada a faixa cármica atual dela.
Dias depois, ela voltou com as filhas, chamei Jalico e Mãe Nenem e, na presença deles, contei a ela a história passada. Ela ouviu cabisbaixa e me perguintou o que deveria fazer. Aconselhei-a a desenvolver a sua mediunidade num centro espirita de Goiânia e aguardar com paci~encia qe seu carma passasse ou fosse amenizado.
Quanto ás mudas disse a ela que não teriam cura. Ela me perguntou então se seu atual marido era o mesmo Odlon e eu disse que não. Adverti-a que tanto o antigo marido como o pai deleestavam encarnados e ainda iriam entrar em sua vida para o reajuste. Se ela estivesse trabalhando espiritualmente, esse reajuste seria men os doloroso. desde este dia perdi o contato com Maria. A UESB foi extinta e mudamos para Taguatinga.
Em 1967, ela me apareceui na maior das aflições. Contoume que se mudara para uma cidade próxima, ms não tinha prosseguido no trabalho espiritual, devido a maior distância de Goiânia. Continuara com o bar e aplicara todo o seu capital na criação de porcos.
Dias depois do encontro comigo ela se preparava para comemorar o aniversário da gêmeas e até reservara uma porquinha para a festa, Apareceram, então, dois homens num caminhão e pararm no seu bar. Conversaram e eles disseram estar á procura de gados e porcos para comprar. A conversa deles despertou sua cobiça de negociante e entraram em negociações. A oferta deles foi muito vantajosa e ela vendeu-lhes todo o lote, chegando a incluir a porquinha do aniversário das filhas. era sexta-feira e eles deram a ela um cheque vultoso, cobrino toda a compra. carregaram o caminhão e se foram.
não querendo ter em casa quantia tão grande, ela foi ao banco na segunda feira, para sua surpresa verificou que o cheque não tinha fundos. Desde então mobilizara a polícia e amigos, mas nada conseguira. nem rastros foram encontrados dos homens e sua porcada. Alguns dias depois, os credores do bar apertaram, a freguesia diminuiu e nossa amniga ficou sem pão, na sua mesa. estava feito o reajuste.
Os compradores de porcos eram os antigos Odilon e seru pai!
Atualmente ela vive em grandes dificuldades mas, ao que sei, as meninas estão sadias. Mara resolveu mudar-se para Goiãnia, onde explora um pequeno bar que dá para o seu sustento. Mas está trabalhando espiritualmente também!

SALVE DEUS1

Irmãs, devemos agradecer a Deus as oportunidades de reajustes que se apresentam em nossas vidas ; elas são os nosso pagamentos por nossas dívidas do passado, que são feitos com as bênçãos de Deus!