sábado, 10 de julho de 2010

QUENTÃO SEM ÁLCOOL :VAMOS ESQUENTAR O FRIO????

Está muito frio em Juiz de Fora, Minas Gerais e acredito que também esteja frio em outras regiões do Brasil. por isto vou postar esta receita de quentão sem cachaça, que é uma delícia e acende uma fogueira no coração de quem o bebe, aquecendo o corpo e os espírito; quando eu sirvo esta delícia nas noites frias, após os trabalhos espirituais no Templo Tanor, dá uma deliciosa energia de união e alegria. Salve Deus!

Ingredientes
5 litros de água, 5 canecas de açucar cristal ( não refinado), um punhado ( bem farto) de erva cidreira( capim limão), pedaços de gengibre, um punhado de cravo da índia, canela em pau.
Como se faz:
Em uma panela alta doure o açucar sem queimar
junte a água e deixe ferver até derreter o açucar
junte o gengibre picado, a canela em pau e a erva
cidreira. deixe ferver por mais ou menos 30 min.
Coe e sirva bem quente.
Minhas irmãs de falange, meus Mestres. salve Deus!

Espero estra contribuindo, de alguma forma, com o conhecimento Doutrinário daqueles que acessarem este blog ao postar o livro de Mário sassi: "No Limiar do IIIº Milênio", que é uma obra realmente relevante para quem quer conhecer ou aprofundar no assunto. Com toda a bagagem cutural que era portador, Sassi traz, de forma didática, os aspectos práticos e objetivos do espiritismo. Conforme consta da introdução á 1ª edição: " Apenas um medium Receptivo captou as instruções dos Mentores trazidas pela Clarividente Neiva e sintetizou-as em palavras. Traz, porém a chancela da Corrente Indiana do espaço, cuja organização na Terra é a "Ordem Espiritualista Cristâ", no Vale do Amanhecer.
A cada dia, de acordo com as condições de meu corpo físico postarei os capítulos, às vezes mais ás vezes menos, pedindo aos meus nobres Mentores que me ajudem e me amparem.
Meus irmãos este "alimento espiritual" quero repertir com vocês!
Posto nesta data um video sobre o autor, que foi marido de nossa Mãe Clarividente e representa a Força Tumuchy em nossa doutrina, devido a cotidiana convivência com Tia Neiva observou e registru lições e fenômenos que é sempre relevante conhecer. Espero que leiam e gostem do livro. Jurema.

VALE DO AMANHECER

NO LIMIAR DO IIIº MILÊNIO- CAP.02

CAPÍTULO II ( 1ª parte)
A VIDA FORA DO MUNDO FÍSICO

1- A encarnação.
" Na casa de meu pai existem muitas moradas", a expressão evangélica é o paradigm a de referência para a crença na habitabilidade de outros mundos. Mas, pouco ou nada sabemos como os espíritos moram nessas paragens, como são seus corpos ou sua vida social. Admitindo a reencarnação teremos que acreditar que o espírito vem de algum lugar organizado e no âmbito de um planejamento encarnatório. a literatura espírita nos traz algumas revelações as quais devidamente escoimadas no formalismo humano, se coadunam perfeitamente aos objetivos desta doutrina.
Assim, podemos aceitar que o espírito vem de um sono hibernal e que traz no ãmago do seu ser a memória sintética das experiências, retificar erros de sua trajetória ou retomar alguma tarefa in terrompida enm encarnação anterior.
Além da razão para o espírito vir à Terra, existem muitas perguntas em torno das finalidades da existência humana. Cremos, porém que as respostas são sempre aleatórias, pois se trata de especulação da Mente Divina, fora da nossa capacidade psicológica.
Mas, se o espírito traz consigo sua memória, de atividades anteriores, temos que aceitar ser a atual a resultante dessas experiências, desse condicionamento. O equilíbrio do Homem consiste justamente em harmonizar suas três faixas vinratórias com o mapa desse roteiro. O ser humano só é equilibrado quando vive em paz consigo mesmo, com os caminhos que escolheu enteriormente, com a trajetória de seu próprio espírito.
O processo encarnatório é a morte às avessas, a exaustão da vivência em determinada faixa e o início em outra faixa- o espírito deixa um mundo e penetra em outro. o sistema gestatório é a forma mais perfeita para essa tranfer~encia. As vibrações sutis que presidem a fecundação e a formação do ser têm justamente as condições estáticas do "ponto morto" da Física.
O anseio que preside a alma de retorno às origens, a imensa saudade das condições pré-natais, tem sua origem nesses momentos de " não ser" que vão desde o ato de amor taé o nascimento, quando cessa o "não ser", não existir.È o mistério do amor, da criação.
2) Guias e Mentores
No vasto planejamento sideral, o ser tem sua reentrada no planeta bem delineada.
Como acervo ele traz consigo as conquistas de sua trajetória anterior, de todos os recantos do Universo onde haja passado.
Embora seja único, na complexidade do seu vir-a-ser cosntante, sua existência é sempre relacionada com outros sere que também fazem suas trajetórias.
O ser percorre trechos diversos, com seres variados, porém, sempre liagdos entre si no caminho maior. assim núceos, àtomos, moléculas, células, falanges desepíritos afins, em gigantesco concerto, percorrem universos, formando hierarquias infinitas.
Uns são instrutores de outros, alguns num palno , outros, noutro- alguns descendo para o vétice involutivo, outros sub indo para a meta evolutiva.
Guias e Mentors são os espíritos responsáveis pela etapa terrena de outros espíritos.
O Mentor é o espírito zelador, do programa que o espírito delineou para si na presente encarnação.
Como e engenheiro, que acompanha a obra em andamento, ele assiste o espírito na sua personalidade transitória. Obrigado a respeitar o livre arbítrio do seu tutelado, ele usa de todos os meios possíveis para que ele obedeça à planta da obra, sem arranhar sua liberdade.
Um espírito pode ser o Mentor de vários espíritos, embora se apresente a cada um deles com uma "roupagem diferente".
Guias são os espíritos amigos de encarnado que o ajudam na realização de sua missão. O mentor é o responsável pelo destino cármico e pelo êxito de uma existência
A vida na Terra é como um curso universitário. O aluno escolhe as matérias, faz o vestibular, as provas e sai diplomado ou não, conforme tenha sido bom ou mau aluno. O Mentor equivale ao reitor e os guias são como os professores.
Como na escola a vida terrena é livre e dependente do livre arbítrio do Homem.
No Mediunismo, o Mentor é o espírito que asssite o Medium na sua vida e com ele trabalha em suas linhas mestras. os Guias são os espíritos que trabalham com os médiuns na execução de suas mediunidades.
assim como os professores da Terra têm muitos alunos, os Mentores celestiais também têm muitos tutelados, e os guias muitos alunos.
3) A receptiviadade dos seres humanos
O aparelho humano é o mais complexo e sensível receptor e transmissor da natureza. outros animais tem alguns sentidos, mais apurados como, o cão ou a borboleta, porém sempre no rumo de especialização ou finalidade restrita, afeitos ao plano denso da organ ização física. Há muitos mistérios no mundo animal, vegetal e mineral que ainda não foram decifrados pelo Homem. mas, verifica-se que as ações são sempre relacionadas com a sobreviv~envia do indivíduo ou da espécie. A íência nos mostra isso com a maior acuidade e clareza.
As deficiências do homem são apenas aparentes. ele não con segue perceber o som tão bem como ocão, mas sua capaciadde seletiva lhe permite registrar mais do que o cão. verifica-se então que a natureza tomou cuidados especiais em preservar a tônica humana, para gama sensorial estritamente indispensável para a vivência física. Só assim o homem pode usar a sua energia em outras formas de sensibilidade. Aldous Huxley, em sua obra " As portas da percepção", nos mostra como a função enzimática é redutora dos sentidos.
O hábito de fechar os olhos para se con centrar em algo especial evidencia isso com muita propriedade. Procedemos assim para eliminar os estimulos visuais do exterior e com isso nos tornarmos mais sensíveis aos estímulos da memória. Para sermos mais receptivos ao nosso mundo psicológico, diminuímos ao máximo a recepção aos processos físicos.
Somos senhores da tecnica seletiva e atendemos ao mundo físco ou ao mundo psicológico, conforme nossos interesses . Este trabalho pretende mostrar o que fazem os para a recepção ás emissões de nosso mundo espiritual e como melhorar essa tecnica se
letiva.
4) A receptividade mediúnica
mediunidade é a forma de energia, p artículas em movimento e, portanto, condutora. Sua vibração supera as do mundo físico e do psicológico. as coisas que acontecem pelo processo mediúnico são muito mais rápidas que as que acontecem no mundo físico ou psíquico. Um homem está vivendo, isto é, digerindo, movimentando, etc., seu cérebro está pensando e os processos são interdependentes com certas sintonias. Mas o campo vibratório do seu pensamento é sempre mais rápido do que o de sua vivência física. Ele pensa ou faz de acordo com o seu interesse do momento. Seu campo consciencional etsá focalizando numa ou nouitra forma de ação (pensar ou fazer são apenas formas de ação).
Enqunaort pensamos ou agimos nosso espírito também age através do processo mediínico. Sua ação é semelhante a do mágico que tira a toalha da mesa sem entornar os copos e as garrafas.
Decidimos, cpom base nos processos lógicos, porém, por trás de todas as decisões esta´o substrato de nosso espírito que, às vezes nos leva a caminhos inesperados.
cada campo vibratório é pelo de agentes relacionados entre si. Assim é que fazemois nossos contatos particulares, nosso ambiente. existe, pois, com toda a naturalidade, um ambiente fisico
um psicológico e um espiritual.
Com isso, pode-se colocar tranquilamente o Mediinismo junto a Fisiologia e a psicologia.
Para a Ciência do homem se tornar mais completa falta apenas admirtir o fator espírito- mediun idade e a psico-somática se tornar espírito- psicossomática ou, simplificando, Somática.
Há, pis, muita objetividade, muita clareza no relacionamento do homem co o seu espírito, desde que admitamos como natural a exist~encia autônoma do espírito. Como consequência lógica, teremos que admitir o relacionamento do Homem com outros espíritos semm alama e sem corpo.
Embora devamos ter certa cautel a na classificação, poderemos dizer que um a pedra, um pedaço de madeira, uma célula ou cadáver serism simples corpós. Um ser humano possui um corpo, um a alma e um espírito. Um espírito desencarnado é u ser hum ano que tem uma alma e um espírito mas não tem um corpo písico. Um espírito puroi não tem alma nem corpo.
5) O desencarne
Terminado o curso na escola da Terra. o espírito deixa o corpo e penetra em outra dimensões. Como bagagem, ele leva consigo sua alma e a conserva enquanto está a camin ho. para que a alma subsista ao desncarne, ela separa do corpo físico parte do sistema nervoso, a "estação central", onde todo o sistema da personalidade está concentrado.
Enquantto o espírto está ligado á alma, ele é obrigado a permanecer no campo vibratório dela e fica sujeito ás leis que regem esse plano.
Da mesma forma que a alma se alimenta, no seur vivo, das energias sutis produzidas pelo corpo, elea continua se alimentando depois do desesncarne. Como não tem corpo para seu sustento, ela passa a se alimentar de outros corpos e isso estabelece orelacionamento inevitável entre vivos e mortos.
Isso explica toda uma série de fatos estranhos que acontecem na Terra e que devem ser examinados com simplicidade se quisermos nos equilibrar em relação so todo.
O desencarne é simples e difícil ao mesmo tempo, e exige assistência tanto no plano espiritual como em nosso plano. Se o paciente é bem ou mal assistido isso depende da maneira como viveu.
O processo dura cerca de 24 horas, no desencarne considerado " normal", isto é, que se dá por moléstia. Depois do " ultimo suspiro", ou seja- acessação do processo metabólico, o espírito deixa o corpo e se coloca pouco acima dele em posição inversa em relação à cabeça,s e o paciente estiver deitado em decúbito dorsal.
A partir desse momento, começa a absorção do acervo da personalidade que acaba de morrer. Na medida que o espírito vai recebendo os fluídos e emanações, ele vai formando um corpo e este vai se distanciando do cadáver. terminado o processo o novo habitante do mundo invisível se afasta e o corpo inanimado entra em decomposição.
Nesse mundo, o espírito, com toda a bagagem, entra no estado semelhante ao indivíduo que acabou de falecer.Ele ainda é considerado um cadáver, até que o destino tomado lhe dê condição de "vivente" do plano em que se encontra.
Essa é uma idéia generalizada sobre o desencarne. È preciso, porém, não esquecer que cada ser humano tem sua própria maneira de morrer, assim como teve de viver.
Nesse processo, o sistema nervoso desempenha um papel importante. Como um "equema de memória", ele representa a base material onde se agrega o acervo recebido. Isso explica certosas moléstias cármicas, que têm origem na existêncai anterior.
Se o desncarne se deu por outros meios que não a moléstia, digamos, num desastre, o mecanismo é mais ou menos o mesmo. A diferença é que o desencarne se processa antes do ato traumático. A pessoa que dirige um carro que irá chocar-se dali a alguns instantes( ou mesmo horas), já tem o seu desencarne feito.
Livre do envoltório físico, o espírito é encaminhado a um lugar do espaço, que em nossa Corrente, é chamado de " pedra Branca". Nesse lugar dimensional ele fica entregue a si mesmo durante certo tempo, o equivalente a sete dias da Terra. Ali ele chora, maldiz, rejubila-se, alegra-se ou se entristece, na medida que vai tomando conhecimento do que lhe aconteceu. Seu desperatr é o momento solene do exame de consciência sem as distorções do mundo sensorial e dinãmico.
Após esse período, em se tratando de uma pessoa comum, o Mentor o apanha na saída, e o traz para a superfíciew, em busca do fluído necessário, para a viagem ao destino merecido.
esse é o momento crítico do recém-desencarnado.
Se cumpriu seu destino e exauriu o seu carma, ele abandona o plano físico e é levado para uma estação intermediária do etéreo, conforme a falange ou famílai espiritual a que pertence. nessas casas transitórias, ele se prepara para voltar ao planeta do oirigem, onde estava antes de vir à Terra.
Devido as condições difíceis desse período, o espírito é chamado de "sofredor". esse estado pode dura apenas alguns dias ou séculos. I*sso depende somente dele. Se o Mentor não consegue encaminhá-lo, logo após a volta da " Pedra Branca" ele o deixa entregue ao próprio destino, pois terminou sua missão junto àquele espírito. Este se torna assim um espírito errante, que vai aos poucosw perdendo a identidade, atraído por outros espíritos nas mesmas condições, nas macumbas e ambientes semelhantes.
Há, pois, duas maneiras básicas de um espírito cumprir o seu destino na Terra . A normal é a luta como ser vivo, com suas tramas , conflitos, reajustes, vitórias e derrotas, até a exaustão de todos os compromissos. A outra é a da fuga, do suicídio lento e ausência do aproveitamento das poportunidades evolutivas. isso leva so parasitismo e a depend~encia do meio ambiente, que resuta no desencarne com dívidas ainda por saldar.
Nessas condições, o desencarnado é obrigado a permanecer na Terra e se torna um sofredor. Mas a misericórdia divina , ainda assim, lhe dá novas oportunidades , pois, ninguém é abandonado neste Mundo de Deus.
Com os fluídos emanados so plexo solar dos Mediuns de incorporação e com a doutrina Fluídica dos Mediuns doutrinadores, ele consegue sua redenção, completa sua trajetória e vai preparar para novas encarnações.
6)- Espíritos sofredores
Sofredor é, portanto, o espírito desencarnado, que permanece no plano da Terra, nos submundos que circundam a superfície. Chama-se também espírito errante, alma do outro mundo e outros nomes que as supertições e crendices os denominam. Sua situação é análoga a de uma pessoa marginalizada, sem endereço ou emprego fixo.
No plano em que vive, não existe luz solar, o som e outras formas energéticas do palono físico. Aí ele se liga a outros espíritos, nas mesmas condições, e forma com eles falanges e até legiões.
O tempo de permanência nessa situação varia conforme o destino de cada um, até a exaustão de seus compromissos ou resgate no sistema Crístico, nas suas múltiplas manifestações mediúnicas.
Ele se alimenta das energias sutis e fluídicas dos seres humanos, do ectoplasma colhido das plntas, animais, trabalhos de macumbas e outras fontes desconhecidas dos humanos.
Possui um peso molecular variável com sua densidade. Quando doutrinado efluidificado a um ponto ideal, adquire leveza suficiente para ser magneticamente levado para os postos de socorro espiritual.
Ele se liga ao ser humano pela gradação vibracional e só encontra acesso quando a vibração do encarnado desce até a sua. normalmente, sua influência é neutralizada pelo mecanismo biológico com seu contexto psicofísico. essa relação é análoga aos fatores simbióticos do ser físico: respiramos micróbios e impurezas e os neutralizamos com nosso mecanismo de defesa. Se esse mecanismo se enfraquece, ficamos doentes.
Da mesma forma, se nosso padrão vibratório é baixo, nós somos tomados, "carregados", espiritados, etc. esse mecanismo determina a posição voluntária de cada ser humano. Ele é responsável pelo se padrão, e, por consequência, da companhia em que vive a cada momento de sua vida.
O Evangelho é um manancial de lições a esse respeito, pois, encontramos nele inúmeras citações de problemas de passagem e redenção de sofredores. A mais notável é aquela que Jesus dá passagem a um a legião de espíritos através de uma manada de porcos. Naquele tempo, haviam tantos espíritos desencarnados, ainda na Terra, que era comum um Homem ser portador de mais de um espírito, havendo casos em que muitoas espíritos habitavam o mesmo corpo, como no caso acima.
O Sistema Crístico, adequado aos dois mil anos que se sucederiam ao Nascimento de Jesus, incluiu a organização das casas transitórias e, já no tempo do Mestre, elas entraram em funcionamento.
De muita flexibilidade e previsto para as mais variadas situações. O Sistema foi se espalhando pelo planeta tomando as aparências mais diversas, conforme as épocas e lugares. assim nasceram mitos, religiões, doutrinas, práticas esotéricas, em cujas raízes se encontra sempre a base do sistema ú.
No Brasil de hoje, o Sistema se chama " sessão espírita", trabalho de sofredores", "passagem", "sessão de doutrina", etc.
È preciso que se note, entretanto que, o mediunismo independe, no seu mecanismo básico, de um trabalho organizado. os Socorristas espirituais se aproveitam de qualquer circunstãncia humana, principalmente reunião de pessoas, para fazerem a passagem dos espíritos sob sua responsabilidade. Nesse caso, qualquer ser humano atua como médium, mesmo sem o saber.
Mas, o esquema só funciona em sua plenitude quando sob os auspícios do Evangelho. A " tecnica" da passagem é acessível a qualquer um. porém. a moral e as razões mais profundas somente são do domínio de pessoas evangelizadas. É também, natural que, em épocas de transição, como é a nossa, a necessidade de trabalho seja amior.
cumpre notar que se torna muito difícil, senão impossível, qualqeur doutrina religiosa evoluir sem a preocupação com os sofredores. Esses asfixiam os grupos pelos simples fatos de seus componentes serem humanos e possuírem, gostem ou não, seus plexos epigástricos.
Continua....)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

NO LIMIAR DO TERCEIRO MILÊNIO- VALE DO AMANHECER 2ª EDIÇÃO- MÁRIO SASSI

CAPÍTULO I
FUNDAMENTOS DO MEDIUNISMO
1) O ser humano e os seres de outra natureza.
O Universo é infinito, fora de nossa capacidade conceptual. Concebemos apenas galáxias e sistemas, mediante alguma verificação e muita imaginação.
Nossa Terra pertence a uma galáxia e a um sistema. No dimensionamento relativo, ela está para a Galáxia como um grão de areia está para um praia. No sistema, ela é um dos menores Planetas.
Em nosso Planeta existe um processo biológico com base em partículas diminutas. Essas partículas se organizam em formas de vida que denominamos "minerais", "vegetais" ou "animais. Dentre as muitas formas, a mais aprefeiçoada é o animal chamado "homem" ou "ser humano". O Homem se caracteriza pela consciência que tem de si mesmo.
O ser humano como espécie não sabe a sua origem e nem qual será o seu fim. Tem, porém, a capacidade de especular sobre ambos. É portanto, uma reta entre dois pontos desconhecidos, do menos infinito ao mais infinito.
O sistema de verificação no Planeta Terra é feito através ds" sentidos". Os fatos são armazenados num processo chamado " memória" e transmitidos, de geração para geração, por meios variados e variáveis.
Os sentidos são adequados a uma detrerminada faixa vivencial e limitados no tempo e no espaço. para cada forma de vida existem sentidos apropriados. O saistema de memória permite a continuação das espécies. Ela existe na intimidade das particulas e nos arquivos complexos da Humanidade. A escolha de um conjunto de memória proporciona a existência, por tempo determinado, de um tipo humano ou uma espécie.
Além dos seres verificáveis pelos sentidos há outros seres, outras formas de vida, cuja existência é admitida pelos efeitos da vida. Deles o Homem tem menor consciência, dada a sua própria natureza.
Mas esses seres agem i in teragem e seus efeitos só são percebidos quando se fazem sentir no âmbito dos sentidos, no chamado "plano físico" e "plano psíquico".
esses seres fazem parte da Biologia e integram a vida.
2) Espírito, alma e corpo
Os sentidos humanos registram no Homem um aspecto palpável: o corpo; e um aspecto sensível, mas impapável, a "psiquê" ou " manifestações psicológicas". O físico e o psíquico conjugados formam a personalidade- o ser humano diferenciado, característico e único.
O corpo é formado pelo sistema de " memória física" ou seja, a herança atávica trsnsmitida pelos "gens", partículas submicroscópicas da intimidsade celular.
A "psiquê", ou alma, é gerada pela convergência da "memória física" e do aprendizado recebido do meio ambiente. Ambos se originam de outros indivíduos, de outras personalidades.
Além das atividades peicofísicas , o indivíduo apresenta outro tipo de manifestação, cujas origens não são do corpo ou da psiquê. essas pertencem a outra ordem de " memórias", a que chamamos "espírito".
Portanto o Homem é levado à ação mediante três tipos distintos de estímulos: o físico, o psíquico e o espiritual.
A memória física, impropriamente chamada " instinto", é reida, em sua reação, pelo con dicionamento do mundo físico, do meio ambiente. reaje através do sistema nervoso do grande simpático ou neurovegetativo.
A memória psicológica, ou da "pisiqu~e, interage por processos seletivos, que proporcionam a ação consciente dos sentidos se faz paralelamente à percepção inconsciente, ou subliminar. O processo seletivo escolhe imagens, formando as idéias e estas associadas formam o pensamento.
A memória espiritaul existe e funciona num plano adimensional, num organismo paralelo ao conjunto psicofísico, que deniminamos " espírito". A herança so espírito transcende o tempo que representa o acero de muitas vidas.
Como consequência das três faixas vibratórias, a física, a psíquica e a espiritual, todas agindo no meso veículo, o ser humano apresenta variações de comportamento a cada momento. A hegemonia de uma e de outra faixa determina a tônica que caracteriza uma pessoa. ela é predominantemente animalizada, psiquica ou espiritualizada. esta tônica varia conforme as circunstâncias, principalmente em função da idade.
3) O mundo e as dimensões.
O universo é um todo contínuo e em perpétuo movimento. ele é concebido pelo Homem conforme o conjunto instrumental aplicado na observação:sentidos físicos, psicológicos ou espirituais. A imagem resultante varia conforme o indivíduo e seu dimensionament. Existe, pois, um universo físico, um psicológico e outro espiritual. Visto pelos sentidos, ainda que ampliado élos isntrum entos, ele se apresenta composto de corpos celestes e fenômenos conhecidos, relativamente, até onde alcança este tipo de verificação. Visto pela psiquê, em termos interpreytativos e de abstração , é intuído, deduzido ou induzido. forma-se assim um pensamento, uma interpretação, que varia com o tempo e as circunstãncias.
Já a interpretação espiritual do universo é feita pelo sentido religioso, uma percepção indefinida de fatos que escapam `racionalização, tanto física como psicoçógica. Classifica-se, pois, de " mundo espiritual", tudo o que escapa ao sistema indutivo ou dedutivo.
Cada um dos palnos ou universos se caracteriza por faixas vibratórias, movimentos, cujos limites são perceptíveis. isso pode ser verificado na experi~encia quotidiana de qualquer ser humano. O Homem pode saber qual estímulo que ocupa seu c ampo consciencional, a cada momento, bastando para isso o senso comum de observação.
Existem uma dimensão física, um,a psicológica e outra espiritual. as três coexiste simultãneamente e ocupam espaços de acordo com seu grau de vibraticidade. A vibraçãop de cada um determina a organização das partículas componentes.
Assim o mundo físico tem uma organização molecular de densidade variável, mas de limites definidos, caracterizados na esquitometria dos corpos simples. O mundo psicológico movimenta corpúsculos que se caracterizam na sua organização pela extremada velocidade. A percepção desses movimentos exige receptores de alta gama vibratórai. Sua ação se taduz pelo som, calor e pela luz em sua múltiplas manifestações que escapam aos sentidos comuns, mas cuja existência é incontestável.
A organização do mundo espiritual embora situada em termos corpusculares é de difícil conceituação, pois sua movimentação escapa completamente à sensibilidade sensorial. Sua percepção é feita por processos que, embora verificáveis nos efeitos, são imponderáveis na estrutura e na mecãnica.
O campo consciencional- a sede dessas percepções, é chamado o" eu", uma abstração definida, uma quarta dimensão nitidamente separada das outrsa três.
" Eu" sinto o meu corpo, percebo a minha psiquê e sou obrigado a admitir a presença do meu espírito- simultãneamente. mas sou sempre o "eu", algo separado do meu corpo, da minha alma e do meu espírito, pois registro a todos eles.
4) A relação interdimensional
Na continuidade universal, o mais vibrátil de um plano se liga ao menos vibrátil de outro plano. forma-se, assim, um campo neutro, uam zona intermediária que possibilita a homogeneização, a comunicação de um plano para outro. Podemos fazer uma analogia, uma pedra jogada para o alto ao perder impulso, começa a cair, ela é regida por força diferente das duas outras a que a fez subir e a que a faz cair.
Existe, pois, uma lei, um regime que governa as relações entre as diferentes dimensões, algo entre dois palnos. Esse algo é um "meio", ou usando a expressao latina, um "medium" esta pé a origem do neologismo brasileiro "médium".
Toda a ação no universo é feita por algo intermediário e isso pode ser facilmente observado pelo senso comum. Quanto mais complexo é o organismo, maior é a sua ação intermediária. O Homem, o ser humano, é um "medium" por excelência. Ele recebe energias e as transforma adequando-as a cada setor do universo que o cerca. Ele é mais importante por ser portador de um espírito para cada conjunto psicofísico. Por isso ele é diferenciado dos outros sewres. Os outros qualquer que seja a sua natureza, são portadores apenas de corpos e psiquês ou almas, o princípio organizar e mantenedor da vida. A alma é maior opu menor , segundo a complexidade do organismo que anima. Ela mantém vivo, dá a vida, dirige o organismo em suas relações com o meio. esse meio élimitado- tem um sentido horizontal; não cria, apenas transforma. Se o espírito traz uma finalidade, um rumo, um objetivo. Só ele tem um sentido vertical vertical, mais amplo, ilimitado em relação à natureza.
O momento, isto é, o ato de fazer um contao entre dois campos vibracionais, dois planos é que estabelece a individualidade. Ele diferencia o estado intermediário, o campo de encontro, porque esse "momento" não pertence nem a um nem a outro dos planos que se encontram.
Esse "ponto morto" dedois campos gravitacionais é semelhante ao conceito de morte- a passagem de um plano para outro. talvez seja a isso que Jesusse referia quando disse que " é preciso morrer para ter a vida", isto é, nascer de novo. Sem a exaustão do percurso de um campo vibratório não se pode penetrar em outro campo, noutra dimensão.
Esse é o sentido profundo, mas exato, verificável, de fácil percepção das relações interplanos.
5)- Definição de "Medium"
Abordamos o sentido generalizado de "medium"; o ser humano como intermediário- recepção e emissão- de muitas forças.
O espiritismo tradicional, ou amis precisamente, o cardecismo, conceitou o Medium como os er humano exepcional, portador de poderes psiquicos que possibilitam o contato com os chamados espíritos. A conceituação cardecista de é ampla e abrange muitas categorias. Mas, o sentido desenvolvido na prática foi o do contato com espíritos que já tenham tido corpos, isto é, já tenham sido seres humanos. Essa preocupação reduziu a grandiosidade do cardecismo e o espiritismo arcou com o ônus de ser a doutrina dos mortos-oq eu o cardecismo não é realmente.
Mais de 100 anos depois, talvez sob a inspiração do próprio KIardec, verifica-se que não existem poderes psíquicos especiais, mas apenas emissão de forças, enetgias naturais a comuns a todos os seres humanos. Vê-se também que todos os seres hmanos usam essas energias, pois sendo elas naturais e integrantes do processo biológico normal, ser-lhe-ia impossível deixar de usá-las.
Outro fato tranquilo é o relacionamento interplanos, o contato entre as dimensões, a osmose universal. esse fatpo sópermanece obscuro porque se convencionou que contato é o que se faz pelos sentidos, convenção esta fácil de ser derrubada no moderno pensamento científico.
Se admitirmos, pois, a existência de espíritos, seres atômicos, moleculares, cujo " habitat" é outra dimensão vibracional, somos obrigados, por definição, a admitir a relação desses espíritos com os seres físicos - naturalmente.
O contato se faz com mais precisão pelo ser humano por ser este portador de um ou mais espiritos. Um ou mais, porque, no caso das obsessões, mais de um espírito habita o mesmo corpo, formando a base ads esquisofrenias.
A conscientização do mecanismo desse contato, que é feito à nossa revelia- é que diferencia o " medium" natural do Medium no sentido espirita da palavra.
O desenvolvimento da tecnica de contato conscientemente, permite ao medium ir além do relacionamento com o seu próprio espirito e controlar o fenômeno, também natural, das relações com outros espíritos.
Medium é pois um ser humano normal que utiliza conscientemente suas faculdades mediúnicas. Mediunismo é o conceito organizado desse processo.
6)- mediunidade e mediunismo
Mediunidade é a facukldade , a maneira como essa energia se manifesta no ser, seja ele humano ou não. è uma energia que emana do corpo físico e se conjuga, na sua manifestação, com o mecanismo psicofísico. basicamente, ela é igul em odos os seres, porém, varia em teor, quantidade e forma, de um para outro. Não existem dois mediuns iguais, como não existem dois seres humanos iguais. mas todos são Mediuns na sua condição de seres humanos.
Mediunismo é o conjumto tecnico-doutrinário que cestabelece as maneiras de manipulação da mediunidade. Suas bases repousam nas mais profundas raízes da Humanidade, uma vez que sempre existiu como parte integrante dela, è um pouco ciência, arte, religião e bom senso.
7) Mediunismo e parapsicologia
Charles Richet analisou os fenõmenos, considerados paranormais, pelo método da observação científica, e é considerado o pai da parapsicologia.
Allan kardec, observando os mesmos fenômenos, classificou-os por métodos diferentes, e é considerado o " pai do Espiritismo"
O prieiro reduziu o fenômeno ao âmbito do conjunto psicofísico e ignorou a presença do fator "espírito". O segundo considerou o fator espírito e diensionou o fenômeno em termos religiosos.
Se os dois métodos de observação, ambos válidos e perfeitamente aceitáveis, continuassem em paralelo, a Parapsicologia se tornaria Espiritismo e este se tornaria Parapsicologia. Se ambos caminhassem para um denominador comum, ambos se tronariam " Mediunismo".
Assim se apresenta o fenõmeno nos dias atuais. A ciência procura determinar a existência do espírito no laboratório e o espiritismo procura uma ciência do espírito. Ambos permanecem ainda inconclusos.
O fenômeno porém swempre existiu e não depende de métodos ou conceituações para existir. Pois é um contrasenso querer eliminar um em benefício do outro. A parapsicologia é tão válida quanto o espiritismo e vice-versa. Se o fenômeno que ambos observam é o mesmo, ele acabará por se evidenciar, graças exatamente às experiências cada vez mais intensas em torno dele.
Sempre que um parapsicólogo provoca um fenôeno dessa natureza, ele póe em funcionamento os mesmos mecanismos que um espírita poria. O preimeiro atribuirá os resultados ao9s poderes ocultos do ser humano; o segundo os considerará como poder dos espíritos.
Conclui-se daí que as posições assu7midas são apenas de conceituação filosófica, o que absolutamente não afeta o fenômeno. O Mediunismo como perspectiva ampla irá atenuar essa luta inócua.
8- a Organização Crísitica
No seio das inúmras civilizações, que já existiram neste Planeta, sempre houve sistemas de relacionamento interplanos. Se observarmos para a medição do tempo, não importa qual seja o calendário, verificaremos o regist5rro de ciclos relativamente iguais em períodos diversos. Dentre eles o mais simples para a nossa observação é o fe 2000 anos. Nestes ciclos observa-se certa regularidade nso acontecimentos que os caracterizam. Talvez quando a História for mais científica isso possa ser verificado com maior acuidade.
Assim é que vemos o Cristianismo. A vinda de Jesus ao Planeta não foi só precedida por uma série de fatos inusitados, mas também seguida por eventos cuja trajetória pode ser traçada com nitidez.
Tais fatos observados em conjunto nos dão a idéia clara de organicidade e dinãmica, apesar de seu registro se fazer sempre em relação a outros movimentos da História.
Se olharmos com isenção podemos detectar claramente a organização Crística.
A resist~encia do Evangelho a toddas as deformações e as muitas prátricas em nome de Jesus demonstram claramente a existência de um sistema, de uma organização fundamental que resiste a todas as interpretações.
Dentre as muitas coisas sugeridas no Evangelho, emerge com clareza a organização mediúnica. O apostolado e toda a gama de missionarismo nos dão idéia clara do sistema intermediário entre o Céu e a Terra. Assim nasceram as religiões e as idéias do ser neutro- nem da Terra nem do Céu, os " pontos mortos do alto" da lei física.
Hoje pode-se falar claramente em termos de "plataformas espaciais", que são as casas transitórias do espiritismo, mundos organizados, como pontos intermediários entre duas dimensões vibracionais. Se observarmos o Evangelho sem preconceitos, encontraremos um tratado tecnico de mediunismo.
Entreatnto, é preciso lembrar que o mediunismo é uma das facetas do Evangelho e do ser humano. A mediunidsade é, apenas, o elemento de ligação entre as atividades sutis do espírito e a trajetoria do Homem na Terra.
10) Mediunismo e religião.
Religião é um cnjunto de onceitos que procura estabelecer uma ligação entre dois pontos desconhecidos - o princípio e o fim das coisas.
Por ultrapassar os limitwes do verificável pelos sentidos ela estabelece a fé, a crença, como norma de aceitação. Como esses conceitos variam no tempo e no espaço, formam-se religiões características em determinados momentos sociais.
Basicamente, consiste numa fórma padrão de comportramento que estimula, além do conjunto psicofísico, o mecanismo espiritual. A prática religiosa procura despertar as forças latentes dos seres no sentido de "servir a Deus" em detrimento da tendência natural de "servir ao Diabo", Deus e o Diabo representando forças opostas e extremadas. Em todas as religiões, as duas figuras emergem com nomes e representações as mais variadas.
Como a religião considera o espírito fator fundamental, ela manipla com toda a naturalidade as forças naturais de ligação, os pontos intermediários- o Mediunismo.
Concluímos, pois, que a Mediunidade é a força básica e instrum ental de todas as religiões e o princípio fator da atitude religiosa. O estudo do mecanismo das religiões leva-nos a distinguir facilente as práticas mediúnicas.
A não aceitação desse fator torna a religião motivo de angústia e sofrimento,q uendo deveria ser exatamente o contrário. Cada ser humano traz consigo sua programação própria, sua amneira de servir o destino. Traz também as forças necessáriasm com as armas próprias para a ação.
A tentativa de padronização do comportamento produz a angústia. È desumano viver-se sobre o peso do medo, pecando, não contra um conjunto de textos.
10) mediunismo e Ciência
A Ciência é uma Religião ás avessas.
No tempo de Pasteur chegava-se a ridicularizar a ideia da exist~encia dos micróbios. Como consequência, matava-se " científicamente" por falta de acepcia. O mesmo9 aconteceu aqui no Brasil com relação `a febre amarela. Os jornais da época estão cheios de " charges" que ridicularzavam Oswaldo ceuz e a vaci8na.
Allan Kardec foi o Pasteur do mundo invísivel do espírito. Só que o tempo não foi suficiente para a sua valorização universal.
Entretanto, a fenomenologia deste fim de ciclo, irá trazer à luz os fenômenos espirirtuais com tal evidência, que a Ciência terá que se voltar para eles e colocá-los no lugar devido.
Além do processo reencarnatório o mediunismo evidencia a existência do ectoplasma e, com base nesses dois fatores, a Ciência irá encontrar elementos que se coadunem com a atitude científica.
Segundo literatura recente, nos dão conta que na Inglaterra, os cientistas conseguiram registrar um tipo de energia batizado de "fator L". Em São paulo o cientista Ernani de Guimarães Andrade escreveu um ensaio denominado " Teoria corpuscular do Espírito". Em todo o mundo se estuda o sistema de fotografia chamado efeito Kirlian. Poderíamos citar ainda inúmeros exemplos de ionteresse da ci~encia pelo mundo invi´sivel do espírito. Mas nos preocupa o fato de tais estudos estarem ainda no nascedouro e, enquanto isso, milhares de seres humanos estão estão perdendo a sua oportunidade neste planeta.
O mediunismo com toda sua simplicidade poderá apressar o processo científico e oficializar os meios de reequilibrio humano, tanto no campo físico como psicológico.
Não existe conflito entre a atitude cioen tífica e a manipulação mediúnica. Ao contrário ambos podem se beneficiar se tornarem caminhos convergentes.
(Continua)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

SALVE AS FORÇAS DO POVO CIGANO DO ORIENTE! SALVE A CIGANA WALKÍRIA! QUE AS ENERGIAS DO POVO CIGANO NOS TRAGA A ALEGRIA, AS RIQUEZAS ESPIRITUAIS E QUE NOSSAS PEGADAS NESTE MUNDO NÃO SE APAGUEM COM O TEMPO! opchá!