terça-feira, 13 de julho de 2010

SALVE DEUS, IRMÃOS EM CRISTO LEIAM ESTA SINGELA MENSAGEM DESTA PEQUENA CIGANA AGANARA

QUERIDOS, continuo postando os capítulos do livro " No Limiar do IIIº Milênio", de Mário Sassi. Hoje, o livro explica a fisiologia do medium e fala com bastante clareza as caracterísiticas do Médium de Doutrina, que "Tia" se denominava Mãe, com muito amor. Não devemos esquecer tudo que Ela, nossa Mãe Clarividente falou sobre o Doutrinador e sua importância para a nossa Doutrina. por isto, postei, tembém uma homenagen que Koatay 108 fez aos filhos Doutrinadores.
Procurei acrescentar um vídeo sobre chacras, porém o farei amanhã, se Deus quiser!
Peço aos visitantes do Blog que deixem um retorno, uma mensagem, uma palavra de amigo, de filhos do mesmo Pai que me criou e me rege.
Beijos de luz em suas almas iluminadas pelo amor de Cristo. Salve Deus!

MENSAGEM DA TIA NEIVA - AO FILHO JAGUAR.wmv

NO LIMIAR DO IIIº MILÊNIO- 3 CAP. PREPARAÇÃO DOS MEDIUNS

1) fISIOLOGIA DO MEDIUM
Biologicamente, a boa física da Mediunidade é uma energia sutil comum a todos os seres humanos, verificável também em vegetais e animais.
Ela tem uma correlação íntima com a circulação e o sistema nervoso. Basicamente, indica uma produção ,olecular do sangue, ativa no organismo que se transforma em energia. Flui através dos plexos nervosos e extravasa pelas aberturas do corpo, inclusive poros. ao ser registrada como substância foi denominada por Richet e outros de " Ectplasma". Como linguagem comum do espiritismo é chamado simplesmente de "fluido".
Esse fluido atua como veículo de ligação entre as três gamas vibratórias do ser humano, os órgãos, os plexo e os "chacras". os chacras equivalem basicamente aos plexos e são como centros nervosos do corpo invisível também chamado fluídico e etérico.
Os estímulos psicofísicos se fazem entre o sistema nervoso vegetativo e o cérebro-espinhal. os estímulos espirituais são recebidpos através dos chacras e transmitidos aos plexos que atuam como redistribuidores e vice- versa.
Esse fato tem muitas implicações, mas podemos afirmar que o desenvolvimento mediúnico, ém em última análise, a conscientização na mente cerebralo, do funcionamnto dos chacras e seu controle volitivo.
Conforme o chacra que se comunica será o tipo de fenômeno mediúnico que se realiza. Chacras correspondem a plexos e setes a órgãos. As posições desses órgãos no corpo físico determinam o tipo de mediunidade.
O chacra frontal, p.ex, corresponde ao plexo cardíaco, cavernosos e outros. esses energizam o sistema glandular da cabeça, dos olhos, dos ouvidos, do nariz,etc. as mediunidades que daí resultam são a vidência, a audiência, a olfativação,etc.
2)- O CARMA
Carma ( ou karma) é palavra sãnscrita e bramânica que significa" atos praticados em outras encarnações, que produziram certos efeitos na encarnação atual".
Pelo aspecto espiritual, tem a mediunidade uma relação direta com a faixa cármica dos seres humanos. como consequência, pela manifestação mediúnica , pode-se determinar, em linhas gerais, o carma de um indivíduo em extensão e profundidade. Essa correlação, porém, ´so é verificável na especificação da exteriorização mediúnica.
Logo, a mediunmidade é uma arma individual que o ser traz consigo ao nascer, que lhe ser virápara a defesa nos momentos difíceis de sua vida. Da eficácia da mediunidade é que depende o sucesso ou insucesso de uma existência. hám por conseguinte, uma relação íntima entre carma, a personalidade e a mediunidade.
3)- O ESPÍRITO E A MEDIUNIDADE:
O espírito ao reencarnar traz consigo um programa de ressarcimento e de retificação que deverá realizar através da personalidade que terá na Terra.
Traz, ainda, sua missão como in dvidualidade, ou seja, como ser tanscedental que irá contribuir para o progresso humano. Na realização dessa missão , a mediunidade é sublimada e se espiritualiza.
Há, pois, dois aspectos da mediunidade: o cármico, em que ela tua como fator de equilíbrio dos conflitos da personalidade; e o espiritual, em que el é a manifestação da obra do espírito.
Dizemos, então, que na mediunidade do espírito, ou seja, o espírito agindo na qualidade de intermediário sa ação Crística na Terra, como um missionário, e um colaborador da obra divina.
È difícil, mas não impossível, distinguir-se as duas formas de mediunidade. A observação desse fato é feita na prática do mediunismo, quando se acompanha a evolução do Medium. No princípio ele manifesta transes angustiados nos quais mal se distinguem as presenças da Terra ou do Céu. Passado algum tempo, na proporção em que a faixa cármica vai extinguindo, os transes vão se tornando mais suaves, mais nítidos e positivos. A partir daí, os fenômenos que ele se torna portador vão revelando a sua missão, se espiritualizam.
iso mostra que a mediunidade cérmica tende a ser transitória e se identifica com a personalidade, com o revelar da missão o espírito começa a predominar e a personalidade se retrai. Enquanto esta sofre, morre um pouco todos os dias o espírito desperta, torna-se marcante e executa sua parcela do planejamento sideral.
4)- TIPOS DE MEDIUNIDADE
Por ser comum a todos os seres e ter suas manifestação individualizada, pode se dizer que existem tantas mediunidades quantos são os seres.
Nessa visão ampla, a mediun idade existe e funciona em todos `revelia de qualquer prática doutrinária ou religiosa.
No âmbito doutrinário, o fenômeno pode ser relativamente delimitado.
Teremos assim "tipos" de mediunidade, formas mais comuns de exteriorização que podem ser classificadas segundo um critério espírita. Mas é preciso notar que o espiritismo popular tem confundido a mediunidade com o fenômeno de incorporação, que é apenas uma das manbifestações do fenômeno. Nesse caso mediunidade e incorporação seriam amesma coisa.
Por ser mais prático, no desenvolvimento inicial da mediunidade,a Corrente Indiana do Espaço estabeleceu, no templo do Amanhecer, duas mediunidades básicas: in corporação e doutrina.
Assim, são cahamados Mediuns de in corporação aqueles que recebem as influências dos espíritos, sejam de luz ou não, diretamente no seu corpo, na região do plexo solar; chamam-se Mediuns Doutrinadores, os que recebem essa influ~encia na região da acbeça. No primeiro caso, o medium perde parte de sua consci~encia e no segundo, ao contrário, ele se torna mais alerta.
Objetivamente: sempre que um medium, ao manifestar, cerceia ou tem cerceado algum dos sentidos biopsicológico normais, ele é de Incorporação: quando se manifesta, sem prejuízo de enhum desses sentidos, ele é de doutrina,
5)-O MEDIUM DOUTRINADOR
È o Medium cujo ectoplasm se acumula na parte superior do corpo, do peito para cima, predominando na cabeça. Quando ele se mediuniza, isto é, estabelece sintonia entre seu sistema psicológico e seus chacras, seus sentidos se ativam acima do normal. Como consequência imediata sua percepção fica mais apurada, mais alerta. com a tônica circulatória, predominando na cabeça, os órgãos inferiores diminuem a atividade, principalmente na àrea do sistema neurovegetativo.
A partir daí, ele começa a emitir uma onda fluídica com a parte superior do corpo, principalmente pela boca e narinas.
essa onda estabelece um canal fluídico entre os plexos superiores e os chacras correspondentes. Seu sistema psicológico passa a receber as influências dos chacras , que por sua cez sãoa tivados pelo pelo, plano vibratório do mundo espiritual. O Doutrinador se torna receptivo aos espíritos de sua sintonia.
essas emanações são filtradas pelo sistema cerebral e o Doutrinador ! emite" sua doutrina, isto é, fala, penda, escreve. cura, consola e executa sua tarefa mediúnica.
Esse é o sentido amplo da " doutrina". ela não é apenas um conjunto de palavras bem articuladas e com boa cosntrução literária. também não é simples pensamento bem elaborado, representando idéias precisas. È essencialmente, emissão de energia positiva que tanto pode se manifestar por palavras como pela aplicação das mãos , pelo olhar e até pelo simples pensamento dirigido.
Essa realidade do Doutrinador tem algumas implicações que não podem passar desapercebidas:
1º- O fenômeno existe e funciona, mesmo que o doutrinador nato não saiba dissi;
2º- A emissão fluídoca tanto pode ser positiva como negativa, na depend~encia do campo de sintonia do doutrinador. Nos estados de ira, cólera, angústia, de medo ou de ansiedade a polarização das forças e essencialmente dos plexos nervosos. Nesse caso, os chacras "se fecham" e a pessoa entra em "curto circuito", que pode produzir resultados funestos. O sangue que flui ao cérebro se carrega de partículas tóxicas e produz descargas em todo o orgnismo. O Medium Doutrinador não desenvolvido é um candidato natural às apoplexias, enfartes, derrames.
Pelas razões expostas acima, o Doutrinador é o medium por excel~encia, o intermediário entre os planos é o responsável pelo fenômeno mediínico. Sem a presença do seu ectoplasma é difícil a realização do provesso, no qual ele atua como catalizador.
A manifestação de sua mediunidade é feita atravbés de sua "psiquê" normal e esse fat inspira confiança, em virtude da plen a responsabilidade em qualquer circunstâncias. O Doutrinador não sente arrepios, perdas de consciência, nem tem descontroles emocionais, comuns em outros Mediuns.
O desconheciemnto desse tipo de mediunidade leva a considerar o Doutrinador como um ser humano que não tivesse mediunidade, atitude que tem tirado a oportunidade de realização a muitos.
Por outro lado, a yenytativa de desnvolvimento da mediunidade, de um doutrinador nato, pelos plexos inferiores leva a complicações de consequ~encias imprevisíveis.
A memória transcedental estabelece pra i ser humano o momento para cada etapa fundamental de sua trajetória. O exercício da mediunidade tem um tempo certo para começar. Quando essa conologia não é observada a natureza põe em funcionamento os sinais de alarme. Esres aumentam de intensidade na ptoporção em que não são atendidos.
Nesse ponto, torna-se necessário lembrar ao leitor que o exercício da mediunidade não é feito apenas no Espiritismo. Se assim fosse o mundo seria habitado somente por desequilibrados. Mas, por outro lado, apenas a vida comum, o mundo da personalidade transitória, não satisfaz às demandas mediúnicas. isso explica, em parte, a busca eterna de realização religiosa, política ou idealista. O ser humano sempre precisa de algo além da sua simples sobreviv~encia. O Mediunismo se apresenta atualmente como a solução mais objetiva.
O doutrinador potencial quando se apresenta ao grupo mediúnico demonstra, em geral, ter a vida desequilibrada e dominado pela angústia, pela descrença, agressividade ou passividade excessiva.
Físicamente, queixa-se de dores de cabeça, distúrbios digestivos e oncômodos cardíacos. De modo geral esses incômodos já foram objetos de cuidados médicos e desanimaram o clínico pela falta de causas definidas.
Submete-se então o paciente a um trabalho mediúnico, em que haja absorção do ectoplasma excedente no organismo. A melhora quase instantânea é a melhor prova do que estamos na presença de um Doutrinador.
Depois dessa experiência, se ele aceitar a idéia de trabalhar espiritualmente, deve ser submetido ao exercício de sua mediunidade, a começar pelos processos físicos. Durante um período mínimo de três meses. ele deve trabalhar uma ou duas vezes por semana, doutrinando espíritos incorporados, ministrando passes magnéticos e conversando com pacientes, que procuram tratamento espiritual.
Por tendência natural,, o Doutrinador tem interesse na cultura intelectual. tenha escolaridade ou não, ele absorve sempre os aspectos intelectinos do meio em que vive.
Sua apresentação, pois, é cheia de justificativas, explicações e demonstrações de conhecimentos. No seu arrazoado, predomina a análise com tendências as cerebralismo. Nisso ele revela certo contato com o transcedente.
A alimentação do intelecto, nesse caso, é somente horizontal. Isso é nutrida apenas pelas idéias elaboradas por outros, remodeladas ou num transformismo contínuo que nada cria. È uma psiquê saturada.
paralelamente, à desassimilação extoplasmática, o medium deve ser submetido a uma confortável desassimilação intelectual. Durante algum tempo, ele deve abster-se de leituras, experi~encias e pesquisas mais sérias; isso irá aguçar sua curiosidade, mas descansará a sua mente. esta, sem o bpmbardeio das informações formais, começará a sintonizar as antenas com o mundo chácrico e, mais além, com o mundo espiritual.
Nesse período, ele deve receber apenas as informações essenciais à tecnica da mediunização, um sutil fenõmeno da natureza, mas de fácil alcance. Na vida comum, ele pode ser verificado nos momentos dramáticos, quando os acontecimentos superam o senso comum e o ser humano apla automaticamente para o transcedente.
O Mediunismo provê a mediunização por meio de chaves, "mantras" e o ritual em geral. Em última anãliso, é u problema de disponibilidade de ectoplasma e de focalização da consciência.
Sem dúvida, o sucesso de um Doutrinador depende de sua capacidade de mediuniza-se. pela sua p´ropria natureza, ele é um impaciente e tudo que acontece em torno o incomoda. Te, tendência para dar ordens e organizar as coisas. Dosta de falar mas não de ouvir, provocando com isso reações desfavoráveis à sua atividade.
No estado normal, sob o domínio da personalidade, ele manifesta seu temperamento, sua cultura e seus preconceitos, nem sempre agradando.
Ao mediunizar-se, porém , ele entra em sintonia com seu espírito, portador de esperiência milenar e o plano em que se acha. Seus Guias encontram acesso à sua psiquê a, através dela, trazem suas vibrações benéficas ao ambiente, no verdadeiro exercício da mediunidade.
Como vimos até aqui, a mediunidade de doutrina revela as maiores possibilidades do ser humano, podendo sem medo se atribuir a ela grandes conquistas da Humanidade.
Se pensarmos em termos de iluminação intelectual, mediante o processo mediúnico, chegaremos à conclusão que a revelação mísyica não é antagônica ao processo científico e tem sido a base da evolução humana. Com essa reflexão simples, colocaremos as religiões ni lugar que lhes compete e partiremos mais trabnquilos ao encontro de nosso futuro.
Qualquer ser humano, por modesto que seja em seu mecanismo intelectual, pode er portador da experiência transcedente. Basta para isso que se disponha a servir o seu próximo nas normas evangélicas e conheça as tecnicas do Mediunismo.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Minha Vida na Outra Vida - (Filme Completo)

Minha Vida na Outra Vida - (Filme Completo)

NO LIMIAR DO IIIº MILÊNIO- CONT.

B)- ESPÍRITOS DE LUZ

A partir da concentração molecular da matéria densa, podemos conceituar a vida no âmbito do mediunismo, em termos de vibração. Nesse sentido a .matéria sólida , os liquidos, os gases, o som, a luz etc, são estados vibracionais.
confoeme o tipo do corpo de que o espírito é revestido, ele está sujeito àquela gama vibratória. Um espírito encarnado age através do corpo físico, um desencarnado do etérico, do astral, do mental, de acordo com as vibrações desses planos. Ao atingir determinado grau evolutiovo, sem compromissos nesses planos, o espírito adquire uma vibraticidade, cujo conceito mais apropriado em termos de sentidos humanos, é a luz. Costumamos dizer, então, que o espírito "é pura luz". a partir daí, conceituamos os Mentores e Guias, que assistem os terráqueos,em termos de espíritos de luz.
Espíritos de luz seriam, então, os que já superaram a faixa reencarnatório em termos pessoais. Quando hpá encarnações desses espíritos na Terra, é provavelmente, para o exercício de missões a serviço dos planos Divinos e não em funções cármicas.
Naturalmente, os conceitos desses espíritos estão fora do alcance humano e sua ação na Terra deve obedecer a planos incompreensíveis, para nós, encarnados.
Isso é relativamente fácil de verificar, no contato com esses espíritos, qualquer que seja a modalidade de comunicação. Em nehuma hipótese, eles invadem o nosso campo livre arbítrio, ou nos levam a alguma decisão que contrarie nosso destino transcedental. Suas ações são inexoravelmente em termos de nossa evolução, da abertura para o espírito. Embora respeitem nossos valores, jamais criticando as coisas de nossa vida, ou da vida em geral, eles procuram mostrar o caminho da realização través desses mesmos valores. Eles respeitam a nossa condição de espíritos encarnados.castigos, punições, lição de moral, estão fora completamente das atitudes de um espírito de luz.
Ao contrário, um espírito da Terra, ainda que muito evoluído, pauta sempre suas ações em termo mde aconselhmento, de vida moral, de formas de omportamento. eles fazem questyão de demonstrar seus poderes ou sua eficácia e acabam quase empre se tornando patronos.Os grupos dirigidos por espiritos da Terra acabam sempre por se preocupar com problermas sociais, dão demasiada ênfase à caridade material e à correção de injustiças sociais.
Com isso a vida mediúnica se horizontaliza, se impregna do transformismo da personalidade. O grupo assim orientado se preocupa com as bases materiais da obra, com os resultados alpáveis, com setudos e conceituações doutrinárias. em resumeo, ele se humaniza em vez de se divinizar.
Nesse caso, as ações e a orientação refletem o nível social do grupo. A justiça praticada pode cgegar até mesmo aos termos de punição, vingança e corrigenda de omportamento.
Nesses grupos o ectoplasm,a circulanteé impregnado dos fluídos so plano invi´sivel resultando daí uma divisão de forças. Uma homogeneização em termos diluentes. O mundo invisível naõ produz energia, mas, ao contrário, se abastece de energia do plano físico. È por isto que os médiuns desse gruposw se cansa, desanima e desiste.
Ao contrário, quando o grupo mediúnico se sintoniza com os espíritos de luz, ele recebe forças do outro plano e com isso não gasta suas energias fluídicas ou nervosas. um Medium bem sintonizado, com seu mentor, pode operar horas a fio e voltar a si em melhores condições físicas e psicológicas do que quando começou a trabalhar.
Para melhor compreensão dessas afirmações, é preciso se entender a diferença entre plano in visível e mundo espiritual, objeto do capítulo seguinte.

9) Mundo invisível e mundo espiritual

È mais fácil a comprovação da existência de planos vibracionais diferentes, na experiência pessoal e individualizada de um ser humano. Tomando por base a experiência individual, podemos esquematizar esses planos, com o auxílio das revelações iniciáticas e um pouco de bom senso.
Sob esse prisma, temos um plano físico, um psicológico, um espiritual, ou seja, do coro, da alma, do espírito.
Os grupos iniciáticos fazem a divisão em sete planos que seriam: o físico, o etérico, o satral, o mental e os três planos crísticos ou búdicos:( pai, filho, espírito,Deus Verbo e Universo), variando esseas descrições de acordo com cada grupo,. Todos, porém, mantém o número sete como base. Mas, para a niossa compreensão do Mediunoismo bastam três planos.
O importante é saber que o mundo invisível não é o mundo da alma, embora ambos sejam ivisíveis aos nossos olhos.
O mundo invisível, que nos cerca, faz parte da Terra. é molecular e tem, portanto, organização, leis que o regem. Sua forma é tal que ele não ocupa espaços físicos como um sólido. Uma construção desse mundo pode tranquilamente ser feita no memso lugar onde haja uma construção sólida. Ele ocupa os espaços intermoleculares do plano físico e pode coexistir simultaneamente.
Um corpo físico, sólido, pode ser transformado,na sua organização molecular, num corpo invisível, ser trannsportado através de sólidos e ser reintegrado em seu O mesmo pode acontecer a um corpo do mun do invisível estado anterior. O memso poe acontecer a um corpo do mundo invisível. esse é o fenômeno básicodas materializações espíritas. esses mundo é intensamente habitado9 por espíritos que passaram pela Terra e ainad não retornaram aos planos espirituais. Perentencentes á terra eles são obrifgados a viver das energias produzidas nela. eles manipulam essas energias, não a produzem. isso é muito importante e fundam,ental de se saber. O espírito encarnado, o ser humano, absorve enegias da terra física pelo alimento, respiração, etc. O espírito desencarnado não tem as con dições do encarnado que põe em funcionamento os mecanismos de produção. Não tendo possibilidades de produzir as energias que precisa, ele as absorve do encarnado. Mas, para que isso aconteça é necessário que esta energia tenha o teor adequado e isso é feito pela Mediunidade. Num certo serntido, é uma vida parasitária em que nada se cria e tudo se transforma.
Há algumas coisasa básica desse mundo que devem ser tomadas em consideração se quisermos ter uma posição correta em relação a ele.
1- Não há possibilidade de um espírito nessas condições encarnar, isto é, nascer na Terra física; a forma que eles " encarnam" é pela obsessão, ou seja, sintonizando com um encarnado e ocupam parcialmente o seu corpo.
2- O mundo invisível não reflete a luz. calor e o som do mundo físico. Como uma das consequências, eles não têm noção do tempo, da cronologia da Terra. Os fatos que alimentam suas emntes são em emnor quantidades que os percebidos por um encarnado. eles não t~em noção espacial que lhes permita concepções superiores ás concepções humanas.
3- Eles precisam de nós, mas nós não precisamos deles, a não ser como instrumentos de nossa evolução. do exercício de nossa mediunidade.
4- para nos manter em condi8ção de bons fornecedores, eles procuram nos induzir a formar corrente mediunicas, sintonizadas com eles. Com isso eles são a maior fonte de ilusão da mente dos encarnados e tudo fazem para nos apresentar o seu mundo como o mundo espiritual. uma boa parte dos atuais seres e máquinas pretensamente oriundos de ouros planetas, vem dsse mundo. A plasticidade molecular do mundo invisível é tal que eles podem fazer aparelhos que tenham toda a aparência de artefatos imaginados pelos seres humanos, comoo interplanatários.
5- Conforme o ectoplasma que absorvem, eles são capazes de se materializar no mundo físico e não fazem com maior constãncia em face do enorme dispêndio de ectoplasma que o fenômeno exige.
6- A principal fonte de enganos dos seres humanos, ao lidar com seres espíritos, é que usam a palavra "Deus", com muita facilidade. mas, em raras hipóteses, eles mencionam Jesus ou o Cristo, a não ser para combatê-los. Isso é natural, pois, a impossibilidade da concepção de Deus por quem quer que seja na Terra não impede que se fale em Seu nome. O mesmo não pode ser feito com Jesus Cristo.
O mundo espiritual só pode ser entendido e concebido de acordo com a experiência individual. Mas, dificilmente pode ser descrito ou esplicado de maneira a formar conceitos. as tentativas nesse sentido são inteiramente antromórficas e, portanto, sem validade. Uma delas estabelece a conceituação de "Céu" para se referir a esse mundo. Essa premissa nasceu das páginas do Evangelho; porém, é difícil separa-se dessa idéia do conceito de um estado íntimo do ser humano, de serenidade, de paz, etc.
Em nosso livro" 2.000- Conjunção de Dois Planos" há um a série de revelações, feita através da Clarividente Neiva, de informações de contato com seres de um planeta matriz da Terra qua nos dão uma idéia aproximada do que seria a vida nos planos espirituais.
Fora das revelações, feitas por espíritos amigos, achamos muito difícil estabelecer hipóteses ou premissas em torno das condições de vida nos mundos estraterrestres.

10) Missão

Todo o espírito que encarna na Terra tem um programa a cumprir, mas nem todos os espíritos têm missão.
Na hierarquia sideral, existem todas as categorias de espíritos e infinitos graus de evolução. A Terra é uma complexa Universidade com todas as categorias de alunos. Uns vêm apenas com pletar o curso, outros vêm para um aperfeiçoamento, outros para fazer um curso completo.
A missão se relaciona diretamente com o tipo de programa que o espírito tem que cumprir. Se ele se atém apenas ao seu âmbito, seus problemas pessoais, sua faixa é seencialmente cármica, se ele compromete a evoluir, cuidar, ajudar outros espíritos, neste caso tem um a missão a cumprir.
Quanto maior é a missão , assim é a faixa cármica do espírito. esse fato sucita uma questão de magna importãncia: então porque os missionários sofrem tanto: porque Jesus sofreu?~e os apóstolos, os seguidores de Jesus, os mártires, porque são sempre ligados a uma idéia de sofrimento?
A resposta a essa questão reside em dois pontos básicos: a diferença entre dor e sofrimento, em primeiro lugar; e as diferenças da tônica magnética dos seres humanos, em termos de corpo, alma e espírito.
A fisiologia e a Psicologia, nos dão uma idéia nítida com referência à dor. ela é registrada no sistema nervoso consciente, existindo portanto uma consciência da dor. Quando se anestesia um paciente para uma operação, o medicamento paralisa os nervos receptores da região a ser operada ( ou o conjunto numa anestesia geral), na proporção direta da dor a ser sentida. esta, porém, varia de paciente a paciente e o médico procura sempre evitar o excesso de anestésico. Este fato pode ser observado com mais simplicidade no dentista. Ele aplica certa quantidade de anestésico e cmeça a extração. se o paciente reclama ele aplica mais anestésico. isso prova maior ou menor sensibilidade à dor e eses fato é, na maioria das vezes, psicológico. Pessoas existem que chegam a dispensar o analgésico, embora isto raramente aconteça.
Existe então um estado psicológico de sentir mais ou menos dor, facillmente comprovado na hipotse médica. Uns sofrem mais e outros sofrem menos com a mesma dor.
Os missionários tê tantas dores ou mais do que os que não têm missão a cumprir, porém sofrem menos. isso porque o seu campo conscencional está mais ocupado com os objetivos de sua missão, ele não tem tempo para dimensionar sua dor.
A dor psicológica, a chamada dor moral segue a mesma fisiologia.
isso se prende ao segundo fator, à tônica predominante no ser encarnado. Se ele não tem missão a cumprir, sua consciência está sempre ocupada com os problemas do seu corpo ou da sua alma. Mas se ele tem missão a voz do seu espirito é mais forte e ele não tem tempo para se ocupar da sua personalidade, do seu ego. Daí resulta que podemos situar a questão em termos de maior ou menor egoísmo.
Para uma pessoa conservar um corpo atlético, em boa forma muscular permanente, el é obrigada a exercícios e cuidados que ocupam boa parte de seu mecanismo consciente. Sua preocupação com o corpo, assim constante, dá a ele uma tônica física.
Um intelectual , um erudito, um cientista ou uma pessoa que dependa do intelecto para sua trajetória planetária, tem sua consciência predominante no fator intelectual. O seu campo conscencional é sempre ocupado com problemas psicológicos. Sua tônica é a psíquica, sua vida é centralizada na sua alma.
Um missionário, um ser humano cujo espírito se comprometeu a fazer algo por alguém, vive preocupado em sintonizar seu espírito. Seu consciencional se expande em termos espaciais , em captar as nuances de sua missão e os percalços da vivência, geralmente contraditória, com as coisas mais simples da vida. Corpo, alma e espírito, cada um demandando do "eu" a satsifação de suas necessidades, exigem decisões a cada momento, que são tomadas conforme a tônica predominante naquela vida.
O símbolo mais antigo da Humanidade é a cruz e ela exprime com fidelidade os três estados. A haste inferior é o Homem físico, com todo atavismo, o suporte material da vida; os braços horizontais representam a alma, os mecanismos psicológicos, o negativo e o pssitivo, o barnso e o preto, o eterno dualismo em que debate a mente concreta; a haste superior representa o espírito, a antena do transcedente.
Antes da consolidação do ser humano no planeta, quando o céu se confundia com a Terra, talvez nos tempos da Lemúria, a cruz tinha quatro braços iguais e simétricos. Quem tem olhos para ver...
Missão, pois, é viver em função do espírito e com os olhos no transcedente. È" amar ao próximo como a si mesmo..."

Obsessão- vídeo

NO LIMINAR DO IIIº MILÊNIO- CAP.02- 2ª PARTE

7)- Exus e obssessores
Exu é um nome muito generalizado, que se dá a certos espeíritos desencarnados e que atua como lídres do plno invisivel da Terra. Geralmente, são seres humanos cultos e inteligentes, que desencarnam sem terem compreendido e aceito o cristinanismo.
Eles aceitam Deus à sua maneira e manipulam as energias mediúnicas em consonância com suas próprias maneiras de ser, isto é, sem submissão aos planos da Lei do amor e do perdão. Eles fazem suas proprias leis.
O Doutrinador deve ter certa cautela na utlilização da palavra Exu, pois é um pouco vaga e quer dizer muitas coisas. Um simples sofredor, incorporado num médium mal desnvolvido, pode parecer um exu.
Na verdade, eles incorporam de preferência nos seus " cavalos", Mediuns afinados com suas finalidades, que variam conforme o tipo de exu e o mabiente onde opera. seus fins são sempre dirigidos para o enredo normal da vida humana e falta, na sua "caridade", a sublimação evangélica.
Eles se agrupam em falanges, como quaisquer outros espíritos e formam "linhas", conforme suas especialidades. Certos tipos de exus pertencem a "escolas" e "universidades" e manipulam terríveis forças invisíveis.
Dessas bases, eles comandam sua ação junto aos seres humanos, segundo sua maneira de ver e conceituar , como os seres humanos deveriam ser ou fazer. São elees os inspiradores de doutrina estranhas, de guerras e demandas, sempre, porém, pautadas pela não aceitação da Lei do Perdão.
Obssessor é um espírito que mantém um relacionamento direito com um ser humano encarnado, por afinidade. esta afinidade em geral, é decorrente de um relacionamento estabelecido quando ambos habitavam o mesmo plano.
"Obssediar" significa perseguir,asssediar, manter o o cerco. O obssessor é um espírito que persegue, assedia um encarnado, para cobrar uma dívida que se acha credor, num sentimento de ódio ou amor mal interpretado.
A categoria do obssessor variam ao infinito e cada caso deve ser examinado à parte. O mecanismo da obssessão é sempre o mesmo: troca de energias entre o obessessor e o ebssediado, de forma mais ou menos constante. Um sofredor ou vários podem passar pela nossa vida sem serem onssessores, pelo simples fato de não termos relações pessoais com eles.
O obssessor é sempre um "inimigo pessoal" Um sofredor pode ser afastado com um simples trabalho mediúnico, às vezes até sem ele. Mas para que haja o afastamento de um obssessor é necessário que a razão do assédio seja resolvida, a dívida saldada. Afastamentos feitos sem as devidas cautelas resultam pior que a própria obessessão.