sexta-feira, 4 de março de 2011

A Parábola do jumentinho: lindíssima!

 Amados, se você gostou da parábola do cavalo ( que teve 2.642 visualizações!) vai amar esta parábola do jumentinho! Conte ou recomende para outros que também possam ouvi-la ou lê-la, beneficiando-se deste ensinamento bendito. Que Deus abençoe. 




Jesus andava pelo solo da Galiléia espalhando a luz e o amor. Junto a Ele ia gente de toda a espécie; ladrões, leprosos, doentes, prostitutas, loucos, doutores, cobradores de impostos, gente do povo...Jesus caminhava e a multidão seguia atrás.
Após algums tempo, Jesus se sentou numa pedra. Olhou tristemente a multidão e como se fizesse uma confidência saída de seu coração, buscando preparar todo aquele povo para uma importante decisão que cada um haveria de tomar brevemente, com voz cheia de doçura, contou esta parábola:
 "Nas terras de Nazaré vivia um meigo e dócil jumentinho que servia a todos, sem distinção. Sem dono e sem pouso, estava sempre á disposição de todos daquele lugar que quisessem usá-lo para todo o tipo de serviço, muitas vezes sem qualquer reconhecimento, nem sequer um gesto de carinho. Na mesma cidade vivia um lindo cavalo de pelo sedoso e crina vistosa, porém muito selvagem; raivoso,  sempre dava prejuízo por onde passava, pois destruía bens, derrubava as mercadorias dos comerciantes, dava coices em quem dele se aproximasse.
  Um dia, decidiu-se que um animal deveria ser sacrificado em praça pública para servir de espetáculo aos seres àvidos de diversão  e perguntou-se ao povo se escolhiam para morrer o jumentinho ou o altivo cavalo. O povo escolheu o jumentinho."
E, com o olhar mais triste,  pela ingratidão que moveu o povo naquela escolha, olhou bem nos olhos de cada um que o ouvia naquele momento e concluiu:
 _ Em verdade, em verdade vos digo: è preciso que o povo escolha, porque ao Homem foi dado por meu Pai Celestial o livre arbítrio, porém o homem quando tem a ingratidão no coração esquece da humildade e se deixa levar pelas trevas da ilusão.
  Dias depois, o povo escolhia Barrabás.

 Amados, esta parábola me foi contada por um Espírito de Luz que a ouviu do próprio Mestre Jesus. Salve Deus! 

herança transcedental: palavra de aganara

      





 A relevância de nossas heranças     transcedentais.

Como já sabemos, todos os seres humanos têm sucessivas encarnações com o objetivo de se  elevar, de evoluir, de ser cada vez melhor.... Todas estas vidas são vividas na impressão de  ser única, pois, raras exceções, não temos o conhecimento do que fomos ou do que fizemos. Este esquecimento é sempre motivo  de crítica dos que não acreditam na reencarnação, sob alegação de que nada vale se não lembrarmos o que devemos melhorar e o que não devemos fazer. Acreditem, este esquecimento é a maior bênção de Deus pois muitos não aguentariam, no momento evolutivo que vivem, relembrar velhos horrores.
Outros acreditam que nós, missionários do Vale do Amanhecer, apesar de termos informação da transcendalidade do jaguar, que viveu no Egito, na India, na Rússia, em Roma, etc e participou de guerras e massacres não deve valorizar tais encarnações, pois são motivo de  arrependimento e, não, de orgulho.
Acontece que o ser humano, sabe-se hoje, carrega em seu corpo físico  a herança genética, da  qual não consegue se  livrar, sendo que o gens é que, determina em larga porcentagem, como somos e como agimos, quais doenças podemos ter, nosso humor, etc. Ora, esta herança está impregnada em nós,  quer nos orgulhemos  ou não da mesma.
Ora, assim também acontece com nossas  vidas passadas, o que vivemos estará sempre impregnado em nosso espírito fazendo parte de  nossa  herança transcedental. Gostemos ou não. E esta herança é tão forte que ainda muitas vidas  depois, temos algum tiquinho daquela vida que há muito encerramos.
Por isto,muitas vezes temos tiques, manias, hábitos que nos acompanham por encarnações e que foram determinantes em jornada anterior, que por algum moyivo conservamos, em maior ou menor grau.
Nós, que tivemos uma encarnação como ciganos, por exemplo, temos a consciência que ainda somos ciganos, apesar de atualmente não sermos. Ainda é difícil ouvir o uivo de cães, é difícil o sedentarismo, ouvir musicas  sem bater  palmas ou dançar, muitos enfeites e cores... Meus amados, tenho um hábito muito estranho que  relaciono com o Egito: sempre durmo com os braços cruzados sobre o peito...
Não se  trata de vangloriar de ter sido vicking, Inca, cigano, romano, etc... mas, sim de não esquecermos que todas essas voivências foram meios de nos transformar no que somos hoje. Não quero lembrar, com detalhe, o que fui, mas, não pretendo, também renegar os corpos que habitei nem as heranças que adquiri... são os caminhos da minha evolução. Tudo é bênção de Deus!
Por isto, amados, não devemos nos sentir constrangidos quando uma personalidade de um passado remoto se aflorar nesta encarnação: é um pouquinho de nós que impreganado em nosso Espírito nos faz lembrar do quanto evoluímos e do que quanto ainda  temos que evoluir. Esta lembrança nos faz lembrar de um retrato que tiramos há muito tempo atrás; ao olharmos para  ele sabemos que fomos aquela pessoa que nos olha do papel, sabemos que já não somos daquele jeito, quase tudo mudou: o jeito de  ser, falar ou vestir, o modo de pensar, as crenças, talvez até os desejos e amores, mas, em algum lugar de nosso íntimo, aquela pessoa sobrevive, ao tempo. Salve Deus!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Uma entrevista com as Sombras: saiba como o "Vale Negro" age.

   Amados, quem foi Kardecista ou que  assistiu o filme "Chico Xavier", conhece o autor deste texto, Humberto de Campos, que participou no primeiro livro do Chico, intitulado"Parnaso de Além túmulo ". Ao reconhecer que o poema constante do livro era de Humberto de Campos, recém falecido, sua viúva entrou com um processo conta Chico Xavier, pleiteando o direito autoral. Após este episódio, Humberto de Campos, para evitar outros futuros prtoblemas,  passou a assinar as psicografias com o pseudônimo de " IRMÃO X"; o texto a seguir é do livro" Casos e coisas daqui e de lá", psicografia de heitor Luz Filho. Espero que gostem!


Uma entrevista com as sombras

LOGO APÓS MEUS PRIMEIROS TEMPOS DE MEU REGRESSO ao plano espiritual, quando já refeito do impacto da estranha travessia, depertou-se me meu espírito o desejo, incontido, de voltar às lides da reportagem.
Eu não havia perdido ainda a mania de intrometer-me na vida alheia, hábito que me acompanhava desde os primeiros alvores da adolescência. Era como se eu ainda estivesse na matéria, com os mesmos tiques e comichões, preocupando-me com coisas, fatos e gentes, com o mesmo jeito indiciplinado de viver intensamente, por inata curiosidade, os instantes mais banais do dia-a dia.
Encontrei-me, nesse dia, com um jornalista, um  gigante das letras de antigamente, daqueles que, como e, também morria por escarafunchar as novidades. Só que o homem, paladino da imprensa de outras épocas, olhou-me como a um "foca" e, antegozando a minha inexperiência, perguntou:
  _ Então, também se considera um jornalista?
  _ Sou um repórter-retruquei, com certa satisfação. E, mesmo depois de morto, não perdi as minhas qualidades. Ao menos poderei ocupar-me com alguma coisa aqui, nesse mundo novo, onde devem acontecer novidades em penca!
Com certa ironia, arrisquei:
Quem sabe vou entrevistar o velho Pilatos, para saber direito aquela história das maõs lavadas ea entrega de Jesus á turba sanguinolenta?
  Ria-me às ocultas, sem desejar transparecer o meu espírito folgazão, mas fui surpreendido por perspicaz sorriso.
   _ Por que não entrevista as sombras? Os espíritos do mal devem andar loucos para deitar falação e tentar reabilitar-se diante do público que, ultimamente, não os têm levado muito a sério.
  _ por que não?- indaguei, aceitando o desafio.
 _ Pois pode faz~e-lo e já sabe como: basta que pense nas sombras . Dito e feito.
Foi pensar e falar no umbral, que me senti, em pensamento conduziso a uma região estranha, sombria e desolada. Era sonho ou realidade?
  _ Que quer de nós?- indagou um vulto, pondo-se logo á vontade.
 Dizia-se ser um dos dirigentes das sombras e me observava certo de conquistar mais uma alma para a sua falange do mal.
   _ Sou um repórter disse,- sem medontrar medo- Gostaria de entrevistá-lo
Os olhos do espírito malígno dispararam fagulhas de alegria.
   _ òtimo!_ exclamou- Há muito tempo que não somos ptocurados por jornalistas, embora, em nosso poder, muitos deles trabalhem em nosso Departamento de Assessoria de imprensa?-
   -Assessoria de Imprensa? - indaguei rindo- surpreso com a revelação de que as sombras jpá adotavam métodos modernos em sua indústria de calúnias, difamações e corrupção.
   _ os tempos mudaram, meu rapaz! Há uma grande diversificação, atualmente em matéria de pecadores, cujo número é quase incontrolável. Como sabe, apesar da campanha que promovem contra nós, estamos vencendo a batalha contra Jesus. O pescador não conseguiu amealhar, em sua redes mais almas do  que   nós. os meus caldeirões estão extravassando, enquanto o reino do céu deve andar vazio, quase ás moscas, com meia dúzia de querubins.
O vulto sombrio desatou em gargalhada sarcástica e desavergonhada, dando-me um escaldante tapa nos ombros, desejando, talvez, arrancar-me uma inusitada solidariedade.
   _ Por isto é necessário que uma equipe de jornalistas, publicitários, políticos, estatísticos. advogados e economistas direcione os  nossos esforços, lanejando as ações de acordo com as tendência e oportunidades que surgem a cada dia. Nossa influência é direcionada, criando novas motivações para atrair, às fileiras do mal, um número cada vez maior de almas.
  E fiquei estupefato. Já nem me lembrava das perguntas que  pretendia formular, porque a entidade, empolgada, encarregava-se de despejar em meus ouvidos  um discurso que  que bem serviria para compor um verdadeiro tratado sobre as técnicas de persuasão ujmbralinas.
  _ Assim é que soube que a humanidade andava cada vez mais perdida, homens e mulheres pervertendo-se em licenciosidades sem limites. menores envolvidos com toda a espécie de tóxicos. O orgulho e a vaidade empolgando os espíritos na vida ociosa de uma sociedade sem religião. A corrupção carcomendo a moral guerras e revoluções destruindo nações e povos em nome de falsas ideologias. A infãmia, a  a injúria e a calúnia enlameando reputações. Os desregramento demolindo os alicerces da família. Enfim, o caos envolvendo os homens, a miséria aumentando a revolta. enquanto a inveja, o ciúme e a luxúria invadiam, igualmente os palácios e os lares modestos... sem falar da dissolução entre políticos e os administradores públicos. 
 O espírito maléfico desfiava a relação de crimes e arregalava os olhos, atento ao meu espanto.
   _ Sabe, meu rapaz- disse muito gabola pelo êxito de suas atividades no plano da destruição da consciência- A minha maior vitória será quando, dentro em pouco, não  haverá de demorar, conseguir desstruir completamente as organizações religiosas.
   _ Como assqm?- Indaguei perpelexo diante de tant arrogância a atrevimento.
 _ pois conte pelos dedos. Lembra-se daquela profecia do final dos tempos? o tempo está se aproximando E daquela afirmação do seu Mestre,  dirigindi-se ao apóstolo pedro, que o negou por três vezes: pdero, sobre ti erguerei a minha igreja  e cintra ela não prevalecerão as forças do mal!
   Vanglotiando-se, afirmou o espírito dirigente das sombras.
   _ Pois veremos, meu rapaz! A destruição já começou e anda a passos largos, graças ao moviemnto dissidente que instituímos nos meios eclesiásticos. Nossos especialistas em insuflar o fanatismo entre os religiosas estão agindo com energia e muita perseverança.
 parecia que o representante das sombras não pararia mais de falar.
 Aentia-me constrangido. pretextaando que deveria  retirar-me para outra tarefam agradeci ao representante das trevas a entrevista  e tratei de escapulir. Bastou, para tanto, que meu pensamento me conduzisse novamente para perto do velho jornalista, que me aguardava ansioso.
   _ Então, como se saiu? - indagou ao ver-me com a fisionoma esbaforida.
   _ está tudo aqui,!-retruquei- mostrando-lhe o meu bloco de notas.
  E deixei-me cair fatigado.
   _ Que tristeza!- mumurei, desolado.
  Foi quando o velho jornalista, reanimando-me, falou:
  _ Tudo o que o espírito do mal disse a você é verdade. O panorama descrito é aquele mesmo. Ma sfái a dize que está vencendo a batalha contra o bem, não passa de bazófia. jamais o mal vencerá o bem. O que agora parece o fim, será, apenas, o início de uma nova era. A transforação da civilização, o desmoronar de velhos costumes eo desaperecimento das antigas religiões será o marco inicial da implantação definitiva do Reino de Deus na Terra.
   E concliui,sorrindo, esperançoso em dias melhores:
  _ O que as sombras estão fazendo e preparando é, justamente a vitória do bem, separando o joio do trigo, no instante em que a terra prepara-se para ganhar o galardão de Mundo de Regeneração.
   Diante daquela inesperada vibração de esperança que partia de um respeitado companheiro de profissão.  ergui o meu pensamento ao Mais Alto  em oração, agradecendo as orações do dia. Sem dar-me conta, falei em voz alta:
   _ meu Deus, quanto eu ainda tenho a aprender_ E constrangido retirei-me, em silêncio, sentindo-me o "foca" de outrora, jornalista ainda iniciante no aprendizado da realidade que nos cerca no Mundo Maior.

Aconteceu no trono vermelho (história verídica)

  Salve Deus, ninfa, pode atender uma paciente no trono?

     Esta foi a pergunta que a ninfa ouviu quando, durante um dia de Retiro, se encontrava sentada num banquinho perto do castelo do Silêncio. Estava ali, absorta, há minutos pensando em tantos problemas que tinha urgência em resolver; por um tempo, a preocupação ficara mais forte do que a sintonia espiritual que a mantivera até aquela hora. Com um "Salve Deus", a ninfa,  dirigiu-se ao trono para o trabalho espiritual. O Doutrinador que se apresentou para o trabalho não conhecia a ninfa e tampoco a ninfa o conhecia, eram de templos diversos e ali, trazidos, cada qual de seu destino, pela espiritualidade, pois NADA NO VALE DO AMANHECER acontece por acaso.
     Ainda a caminho do trono, o Doutrinador também remoía seus problemas. Eram muitos e de certa gravidade.
     Já acomodados no trono, sem qualquer palavra, se harmonizaram e feito o convite, a Mentora se apresentou e teve início o atendimento. A última paciente a buscar a " Voz Direta do Céu" para diminuir suas dores era uma senhora muito simples. A preta velha então contou a seguinte história:
       "Uma mulher havia ganhado uma linda rosa, muito cheirosa, tendo por isto ficado muito feliz. A muler carregava a rosa com muito cuidado por causa de sua fragilidade. mas, em dado momento, a rosa, que tinha alguns espinhos espetou a mão da mulher, causando-lhe dor. A mulher aborrecida com o ferimento, esqueceu-se, na mesma hora do perfume e beleza da rosa."
 A paciente, tão logo pode falar com a Preta Velha,  começou a reclamar de tudo em sua vida. A Preta velha ouvia com muito amor, e a cada reclamação dizia:
  _ Graças a Deus, né fia?
 Após algum tempo, a mulher parou de reclamar, certamente esperando que a Entidade lhe desse razão ou lhe "retirasse" todo o sofrimento que pensava ter. Neste momento a Preta Velha, disse:
  _ È, filha, por isto Vovò contou a história da rosa com a mulher para a filha e parece que a filha não entendeu a história. Minha filha, a vida é como uma rosa, é bonita, perfumada e nos faz muito felizes, mas, assim como a rosa, a vida tem seus espinhos, suas dificuldades. Nós temos que carregar a vida como quem tem uma rosa, tomando cuidado para não se ferir e mesmo ferido, não esquecer, por causa da dor, a beleza e perfume. lembre-se, a rosa não é o espinho; mas a rosa sem espinho não seria a rosa.
 Filha, você tem uma bela rosa e está olhando só os espinhos. Por isto está achando tão difícil. Pense. pense, nas coisas boas que você tem, sua família, sua casa. Veja a beleza de sua vida. Pense. lembre-se do que é bom.
A paciente foi mudando o semblante e, de triste e deseperada, ficou tranquila com um sorriso nos lábios. Ela esqueceu do espinho e estava admirando a rosa.
No encerramento do trabalho, o Doutrinador estava muito emocionado e dirigiu-se à ninfa pela primeira vez e disse:
_ Como os Pretos Velhos de Luz são maravilhosos, Ninfa! Que lição mais maravilhosa! Sabe, ninfa, esta comunicação foi também para mim! Estava tão preocupado com minha vida! E contou a história da rosa para a Ninfa, como se quissesse guardá-la na mente.
A Ninfa lembrando-se que há pouco tempo atrás perdia tempo pensando em "seus espinhos" resolveu fazer a mesma coisa  aconselhada para a paciente e viu que tinha uma linda, uma maravilhosa rosa nas mãos.
Todos os envolvidos saíram do trabalho realizados e um pouquinho mais esclarecidos. Salve Deus!

Meus amados, embora este fato tenha realmente ocorrido em um templo do Amanhecer, omito os nomes do Doutrinador e da Ninfa, por serem desnecessários. Também não falo o nome da Preta Velha pois sei que o nome da entidade não faz qualquer diferença; TODOS trabalham para a Lei de Auxílio, sem qualquer desejo de reconhecimento.
Peço desculpas por não saber escrever a mensagem da Preta Velha em seu linguajar brejeiro e singelo, pois tenho receio de ficar uma coisa caricata, por isto usei a linguagem que uso, que usamos no dia a dia.






quarta-feira, 2 de março de 2011

Para Mãe Clarividente

Mãezinha.
Olhando sua foto no meio das rosas, sinto saudades; saudades daquilo que nunca tive: seu olhar carinhoso, sua compreensão, seu sorriso...
Sinto saudades de sua voz que nunca ouvi...
Sinto tanta falta de seu abraço onde nunca me envolvi...
Mãezinha, sei que me entendes!
Quantos filhos que neste mundo nasceram sem conhecer a mãe
e nem por isto crescem sem amá-la!
Estou crescendo, mãe" estou crescendo espiritualmente, pelo amor que lhe tenho.
Sei que me entendes!
Sei também que não gostarias que eu ouvisse, alguns irmãos,
que querem me negar o direito de falar teu nome, de te amar, de te seguir
alegando que nem ao menos te conheci!
Mas, mãezinha, antes mesmo que eu nascesse já estive pertinho de ti, vivendo lado a lado...
noutros tempos, noutras eras...
Sei que nossos passos pisaram o mesmo chão, nossos olhos miraram a mesma luz:
A Divina luz de Jesus.
E Esta Luz, mãezinha , há de me guiar até ti, até o infinito onde estás
só para que eu possa te dizer, sem medo, sem titubear:
_ Te amo, mãezinha!
 E esta saudade que me invade, que me faz chorar
neste dia, neste encontro, nesta rica oportunidade
irá se acabar!

Conversa de uma criança com Deus. ( você vai se emocionar!)

Querido Deus.
Não deu, né? Ligaram lá pro emprego da minha mãe para contar que a vó tinha ido. Espero que ela esteja aí com o Senhor no céu e que o Senhor já esteja comendo o pudim de tapioca que ela faz. Vi a minha vó poucas vezes, mas nessa vezes ela fez pudim para nós não sobrou nem um pingo no prato. Foi a única vez que ouvi meu pai falando no Senhor. Ele disse: " esse pudim da velha é de comer rezando prá Deus, de tão bom."
  O Senhor tenha um pouco de paciência com a vó. porque ela adora contar história cem vezes.  A gente até ia se revezando para escutar e não ser malcriado.
 O Senhor pode passar um pito nela quando encontrar a dentadura dela num copo d'àgua. A gente morria de rir e escondia a dentadura dela. Ela ficava com a boca murcha procurando o dia inteiro. Já vai avisando, Deus, que as coisas aí no céu tem que ser mais arrumadas, eu acho. Bom, acho que nem precisa beber àgua no copo, ou precisa? Deve ter àgua limpa correndo no rio, como eu vi num filme. A pessoa toma àgua sem se preocuper se precisa fferver ou não; não é como a gente aqui no BIS. Já pensou se ela perde a dentadura dela no rio? Será que os anjos devolvem?
   Minha mãe sempre disse que minha vó era um anjo de pessoa e que morria de saudades do véio que era o vô , lógico_ esse eu nem conheci. Agora o Senhor deve estar aí, vendo como na  tevê, nessas novelas com final feliz, um encontrando o outro. Aposto que o vô deve estar dizendo para ela:: "Mas, já?"
   Deus, já que o Senhor resolveu, tá bem resolvido. Só que faz alguma coisa prá mãe não chorar. Porque cada vez que ela cai na choradeira, eu tenho vontade de chorar junto. Choro de mãe é a coisa mais triste do mundo. Minha mãe sempre diz que o Senhor é pai e que sabe o que é melhor para nós, que somos seus filhos. Só que eu aho que o Senhor é mãe também e que entende o que minha mãe está passando.
  Obrigado, Deus, por me escutar todo este tempo.
( Querido Deus- telma Guimarães Xastro Andrade- Ed. saraiva)

Meus amados irmãos. Vejam como são singelas  as palavras que a criança se dirige a Deus. Tudo é simplicidade e não vemos qualquer complicação ou palavras complicadas. A criança fala diretamente a Deus, com intimidade e confiança de estar sendo ouvido.
 Será tão difícil, para nós, adultos, falarmos assim com Deus?

Francisco de Assis: caridade aos sofredores: registre em seu coração!

                         

 Meus amados, esta mensagem é de nosso pai Simiromba quando viveu, neste plano, sob a roupagem de francisco de Assis; obersevem a semelhança entre as palavras do pai  na pessoa do santo de Assis e na roupagem de Seta Branca: os ensinamentos são os mesmos... as palavras são as que encontramos nas mensagens de Simiromba, com tanto amor nos dirige. Salve Deus!

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.
Antes de vir aqui, fui ao meu mosteiro e lá colhi as mais belas rosas que imaginar possais. estas rosas sobre vós derramo com os fluidos do meu amor.
O que nos faz irmãos é o desejo de irmanados trabalhar pela mesma causa. È esta bendita causa que aqui nos reúne todas as semanas. Feliz estou de, por vós e convosco trabalhar. Bendita caridade que, de coração se faz. Bendita porque une o amor do Céu ao amor da Terra. E quanto temos para dar todos nós!
Continuai fazendo a caridade de ajudar com orações aqueles que sofrem em certos Planos do espaço. Tristes ficaríeis se pudésseis saber quanto sofrimento há nesses planos.
Mas, meus irmãos. Se sofrimento há, muita beleza, que nem concebeis, também existe. Trabalhai portanto sem perda de tempo, e mais tarde, ao invés de conhecerdes sofrimento, só experimentareis o que for maravilhosamente belo.
È o desejo deste Irmão do Alto.
Francisco de Assis.
( do livro 'A liberdade do espírito- Mensagens de Francisco de Assis" Mitzi Pereira Pôncio de Leon