segunda-feira, 30 de junho de 2014

RIR AINDA É O MELHOR REMÉDIO!




Esta situação não presenciei pessoalmente, mas, me foi contada e me juraram que é verdade!

Lua cheia.

Algumas Ninfas conversavam animadamente. De repente, um DoutrInador aproximou-se e, dirigindo a Ninfa que era um pouco mais fortezinha do que as outras, perguntou:

_ Ninfa, você é Lua?
_ A Ninfa olhou para o Mestre e respondeu:
_ Sim, sou Lua e Lua cheia!

sábado, 21 de junho de 2014

Palavra de Aganara: VEJA JESUS NAS RUAS DE SUA CIDADE! SAIBA COMO.


Salve Deus. Jesus em nossos corações.




Meus irmãos em Cristo!

Jesus está entre nós.  O Mestre está entre nós e muitas pessoas, muitos de nós, não o vemos! Se você andar pelas ruas de sua cidade e usar o olhar do verdadeiro cristão, tiver amor no coração e cultivar a tolerância e a humildade poderá, inclusive, fazer contato com Jesus; este Jesus que anda pelas ruas e calçadas de todas as cidades.
Um dia, disse Jesus: "Quem fizer a um desses pequeninos é a mim que o fareis.". E, assim, Jesus está representado naquele mendigo mau cheiroso, esquecido pelas calçadas, nos miseráveis escravos das drogas, nos pedintes, que tantas vezes nos estendem a mão sem receber sequer um olhar ou um sorriso! Jesus está no pequeno ladrão que busca deseperadamente tomar à força os meios que a vida lhe nega. Jesus está nos prostituídos, sofredores de toda a desgraças, está nos seres mortos em vida que, sem rumo e sem abrigo, rondam por todo o lado, sem direção.
Meu irmão, minha irmã, quando Jesus andou por este mundo, vagando, caminhando por toda a parte em cuprimento de sua missão como um cigano, como um andarilho, ele certamente não tinha um aparência como a de um magnata, de um empresário: enfrentava o calor que o fazia suar, as poeiras dos caminhos sem urbanização, as roupas poucas e usadas muitas vezes, a barba e o cabelos longos... certamente, muitos, também naquela época distante também viraram o rosto para não enxergarem a figura do Cristo, como hoje fazemos com os pequeninos que a vida coloca sob nossos olhos. E muitas vezes Jesus foi taxado de "vagabundo" " arruaceiro" "desordeiro"...
Um dia, eu estava no ponto do ônibus para ir ao trabalho e um rapaz de péssima aparência, roupas rasgadas e um cheiro bem desagradável se aproximou dos que ali também esperavam o ônibus e pedia uma moeda. As pessoas se afastavam e alguns, inclusive, diziam palavras agressivas ao rapaz; não lhe davam a atenção. Embora com receio de ser agredida fisica ou verbalmente fiquei no lugar ate que ele se aproximou e me pediu o dinheiro. Eu lhe disse que, infelizmente eu não tinha nem uma moeda naquele momento mas, que ia rezar por ele. Ele me olhou de cima abaixo e disse; " Deus pague a senhora, dona, porque a senhora me tratou igual gente. Tem muito tempo que ninguém fala comigo assim... as pessoas acham que a gente é bicho. Não precisa correr da gente nem xingar, muitas vezes uma conversa é melhor do que dinheiro. E se afastou.
Embora constrangida, porque as pessoas estavam me olhando como se eu fosse louca por ter onversado com o rapaz, que podia ser um marginal, podia me agredirr ou coisa parecida mas, olhei, e percebi , também que, algumas estavam envergonhadas pela atitude que tiveram- na verdade, o rapaz só queria atenção...
Por isto, passe a olhar os tantos "jesuses" que pululam por aí. Se você olhar bem vai achar muitas igualdades entre eles e o Mestre que queremos seguir. E, se você ainda não tem humildade suficiente nem tolerância necessária ou mesmo o seu amor ainda não é incondicional pois todos estamos tentando fortalecer em nós esses sentimentos, faça uma prece silenciosa em favor do necessitado, deste Jesus renegado que você encontrar e, certamente, apesar de não o auxiliar materialmente, nem o acolher, nem a abraçar o Mestre Jesus certamente, nesta hora, o fará.
Um dia de Luz. Jesus em nossos corações, sempre! 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

A MALDADE DA FOFOCA- Texto transcrito.



imagem de internet


Infelizmente, a fofoca é uma realidade que está impregnada em todos os meandros da vida social: nas reuniões familiares, nas festas, nos encontros de amigos num barzinho, nos corredores das escolas e faculdades, no ambiente profissional, etc.

Está tão impregnada que já se perdeu a noção da sua maldade. E, como é bom lembrar, a fofoca, mesmo que seja leviana, dita sem grandes pretensões, provoca um grande mal.

Qual é a maldade da fofoca?

Sua maldade é denegrir a fama das pessoas. Como sabemos, todo homem tem direito à sua fama e, sem causa justa, não é lícito tirar-lhe essa boa fama. E a causa justa se dá em pouquíssimos casos.

Shakespeare tinha razão ao pôr na boca de um personagem estas palavras:
“Que a boa fama para o homem, senhor, como para a mulher, é a jóia de maior valor que se possui. Quem furta a minha bolsa me desfalca de um pouco de dinheiro. É alguma coisa e é nada. Assim como era meu, passa a ser de outro, após ter sido de mil outros. Mas o que me subtrai o meu bom nome defrauda-me de um bem que a ele não enriquece e a mim me torna totalmente pobre”
(Shakespeare, “Otelo”, Ato III).

A difamação assemelha-se ao roubo. Assim como há roubo material, há roubo imaterial: roubar a boa fama de alguém.

A maldade em tirar a boa fama de alguém também fica evidente numa penitência inusitada que deu uma vez São Felipe Neri a uma pessoa. Numa ocasião, uma senhora foi se confessar com São Felipe Neri acusando-se de ter difamado gravemente uma pessoa. Como penitência, ele lhe disse que fosse até a sua casa e pegasse umas penas de galinha e no caminho de volta para a igreja fosse jogando as penas no chão. Uma vez de volta à igreja, a senhora foi falar novamente com o santo. São Felipe, depois de elogiar a sua obediência, disse-lhe:
- Agora volte pelo mesmo caminho e recolha todas as penas e traga-me aqui.
- Mas, padre, o que é que o senhor está dizendo? O vento já levou todas!
- Exatamente. A senhora jamais poderá reuni-las novamente, como jamais poderá reunir nem retirar as palavras infamantes contra o próximo. Já passaram de boca em boca e daqui a pouco todos estarão pensando mal desta pessoa, sendo que talvez nem seja culpada do que fez.

Penso que os maiores motivos para não falarmos mal das pessoas sejam estes:
- não falar mal dos outros porque não queremos que falem mal de nós; se é para falar mal, que nos falem na cara, para nos ajudar, para nos corrigir;
- porque o falar mal dos outros gera um clima de desconfiança generalizada nas pessoas, e isso é muito ruim;
- porque é deslealdade, covardia e orgulho: quem é leal não é covarde e fala as coisas na cara; o orgulho é porque no fundo quem fofoca acha que só ele é bom e os demais não são.

Façamos o propósito de não falar mal por trás de ninguém. A reação cristã é rezar e falar para ajudar, porque queremos o bem de todos. E que muitas vezes vivamos o que dizia um santo:
"Se não é para louvares, cala-te!"

Façamos o propósito de erradicar a fofoca de todos os ambientes, indo na frente, tentando explicar para as pessoas a deslealdade e toda a maldade que a supõe.

Coloquemos isso em prática e respiraremos um ar muito mais puro, sustentável.

Uma santa semana a todos!

(Pe. Paulo M. Ramalho)


sábado, 14 de junho de 2014

PYTHIA :Você sabe quem foi?



imagem da internet



Era a sacerdotisa do Templo do deus Apolo, templo este ficava na encosta do Monte parnaso em Delfos na Antiga Grécia.

Pytia era famosa por sua profecias que traziam multidões ao templo de Apolo em busca de respostas para os mais variados problemas. Sua profecas erm feitas sob inspiração do deus Apolo e a fama e o respeito que apopulação tinha pela profetisa Pythia pode ser considerada extraordinário por ser a mesma do sexo feminino e a sociedade daquela época ser comandada por homens. O Oráculo de Delfos teve seu início no séc. VIII aC e teve seu término em 393 dC,por ordem do Imperador Romano Teodósio, que ordenou o seu fechamento.
O nome Pythia significa serpente e sabe-se que ela proferia seus oráculos sentada sobre um banco que ficava sobre uma fenda na rocha de onde saía um vapor, entao em transe, Pythia declaraa as profecias , de forma iengmática e inetelegível, precisando para que os consulentes entedessem eram traduzidas pelos sacrdotes do Templo.

Conduta Doutrinária de acordo com a Lei do Amanhecer.






CONDUTA DOUTRINARIA.

Dentro da correta conduta doutrinária e por sua perceção, o médium considera tudo de forma isenta de simpatias ou antipatias, transformando seus conceitos em ação, pelo uso correto de seu discernimento, dentro das situações em que foi colocado pelo seu transcendental, enfrenta a sua sombra, procurando se harmonizar, buscando o conhecimento, o conceito verdadeiro de tudo que o cerca e se disciplina, trabalha com mais precisão na Lei do Auxílio, e se aperfeiçoando na expressão das palavras corretas, manipula um grande potencial de energia e faz proveitosa utilização das forças de que dispõe.
Sabe que existe uma necessidade, tanto fisiológica como psicológica, para interação com outras pessoas. Não são suficientes as impressões sensoriais transmitidas pelo plano físico, mas sim as que estão ligadas aos campos vibracionais gerados pelo conjunto de indivíduos.
O médium do Amanhecer é consagrado, tem seu plexo iniciático, pelo Desenvolvimento penetra nos segredos da Vida e da Morte, tem consciência de sua missão, de seu carma, das Leis que o regem. Tem todas as condições para fazer o traçado de sua jornada, dentro do seu conhecimento universal.
Mas, existe o livre arbítrio. O Jaguar sabe o que é certo, mas, por vaidade, ambição, preconceitos e desamor, deixa-se levar por outros caminhos, desobedecendo a leis sociais, morais e doutrinárias, deixando prevalecer sua sombra. Alguns pensam que as Leis do Amanhecer são para serem cumpridas apenas em seus trabalhos no Templo. E quando chegarem a Pedra Branca, forem se encontrar consigo mesmos e com a realidade de suas vidas, terão grandes choques ao ver o quanto deixaram de fazer por estarem fora da conduta doutrinária. Segundo Tia Neiva, o Templo é um lugar onde os espíritos estão à vontade. Ali, tudo é possível. O comportamento do médium pode lhe ser prejudicial, pois numa conversa, com gesticulações, abre sua guarda e fica com seu plexo exposto, podendo captar uma força esparsa ou algum espírito que, por alguma afinidade, possa estar próximo, e seguir o médium. Também nos disse para tomar cuidado para não importunarmos os outros, principalmente os médiuns, pois ninguém tem o direito de aborrecer ninguém, chamando a atenção ou dizendo “não deves fazer isso, não deves fazer aquilo...”.
Na Doutrina do Amanhecer somos preparados, desde o condicionamento do sono cultural, quando nos preparávamos para esta reencarnação, para o cumprimento de uma missão simétrica, dentro do poder dos Tumuchys que, graduadamente, chega até nós, com o objetivo unicamente da cura desobsessiva. Não temos missão de realizar fenómenos físicos nem de curar pessoas. Não temos motivos para exibicionismos nem vaidade. Temos, sim, que ter o maior cuidado com o nosso comportamento, com atos e palavras, para não criar choques com nossos irmãos, encarnados e desencarnados, gerando conflitos e fazendo desaparecer a sintonia com a Espiritualidade Maior, que nos acompanha passo a passo, e que não pode ser enganada.
Segundo Mateus (15-8 a 20), Jesus nos advertiu: “Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem, porque do coração procedem os maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfémias... São estas coisas que contaminam o homem!”
Estamos sendo preparados para as horas de desespero da Humanidade, para a libertação de espíritos, para a ajuda de pessoas que estão perdidas em suas desesperanças.
Temos que ter equilíbrio, firmeza e, o principal, amor incondicional. Para isso, é preciso ter a mente equilibrada e a consciência esclarecida, o que só conseguiremos por meio da correta conduta doutrinária. Por ela, respeitamos e nos fazemos respeitar em um mundo conturbado. Pela conduta doutrinária podemos superar nosso carma, caminhando com a Ciência e com a Fé, complementando com a Lei de Deus a Lei dos Homens, para ter um conjunto completo de normas e diretrizes que farão com se cumpra a parte do Mantra Universal, o Pai Nosso, onde emitimos: “Seja feita a Tua vontade assim na Terra como nos Planos Espirituais...”. Com isso, estaremos equilibrando nossas vidas, tanto na parte física como na espiritual, trabalhando materialmente, executando nossas funções biológicas, sociais e psicológicas, em sintonia com os nossos Mentores, criando para nós mesmos condições ideais para o trabalho na Lei do Auxílio. Temos que ter nossa perceção consciente ligada a uma bem desenvolvida sensibilidade, de modo que possamos ver cada coisa, cada pessoa do universo que nos cerca, com os olhos, com a mente, com a consciência e com a alma. Nossa personalidade transitória, sujeita a problemas, tanto sentimentais como físicos, nos leva a insatisfações, dores, angústias, sofrimentos e irrealizações, que devem ser avaliados e entendidos por nossa individualidade transcendental, depois de
analisados por nossa consciência.
Vamos evitar palavras que criem discórdias, conflitos ou confusão; vamos evitar mentiras e boatos; vamos deixar que cada um leve a vida que quiser; vamos evitar críticas ou julgamentos; vamos nos preocupar em não ser nossa presença uma vibração pesada e desagradável. Vamos, sim, nos cuidar para que estejamos sempre bem, com a vibração positiva, esforçando-nos para conciliar e resolver conflitos, ajudar e equilibrar os que estão ao nosso redor. Vamos cuidar do nosso corpo e de nossa saúde física e mental, preservando nossa energia vital, que é a ferramenta que nos foi dada para cumprimento de nossa. Não vamos fazer algo ilegal ou danoso a alguém porque ninguém nos está vendo! Lembre-se daqueles dois Olhos em seu colete: nos alertam para que saibamos que a Espiritualidade nos contempla, penetrando esse Olhar nos nossos pensamentos, nos nossos corações, sabendo exatamente a realidade de nossas intenções, o que pretendemos com nossas palavras e ações a cada momento, nos avaliando, nos observando, nos julgando, nos entendendo e... nos amando!
Sabemos que a Espiritualidade é, sobretudo, justa. De acordo com nosso merecimento, dela recebemos tudo o que precisamos. E nosso merecimento depende de nossa conduta doutrinária. Não se deixar levar pelos caminhos floridos que levam aos negros abismos; não desafiar as leis físicas e sociais; não contrariar sua consciência levado pelas paixões ou pelo falso brilho das tentações e da vaidade; não largar seus compromissos materiais, a vida no lar, a família, enfim, estar sempre alerta para o cumprimento das Leis.
Cumprir e fazer cumprir as Leis, eis o segredo da conduta doutrinária.
Mesmo aquele que relega seus compromissos materiais e se dedica quase que exclusivamente a seu trabalho na Doutrina, está fora da conduta doutrinária, não aumentará seu merecimento.
Uma frase Koatay 108 repetiu em várias ocasiões, dizendo que só sabemos que estamos evoluindo quando deixamos de nos preocupar com a vida dos outros, que é a base para uma perfeita conduta doutrinária. Nosso cuidado deverá ser maior em tudo que envolva ações doutrinárias, quando estamos trabalhando no Templo ou realizando qualquer outro trabalho na Lei do Auxílio. A seriedade e concentração nos permitem agir plenamente, obedecendo às Leis que nos regem.
Aquele que leva inovações ou desconhece as Leis, que brinca ou não respeita os médiuns em um trabalho, está fora da conduta doutrinária. É triste ver o que acontece com muitos instrutores que, esquecidos de suas responsabilidades sociais e doutrinárias, deixam-se levar pelos encantos de ninfas em desenvolvimento, aumentando
seus carmas. Especialmente em qualquer trabalho na Doutrina do
Amanhecer, Pai Seta Branca exige a conduta doutrinária, isto é, além docomportamento do médium, a perfeita obediência ao estabelecido no Livro de Leis e Chaves Ritualísticas.

Salve Deus.

Texto baseado em postagem do Mestre Cristiano Patrício, Adj. Abazo.



quarta-feira, 11 de junho de 2014

PAPO DE CIGANA- receita culinária..








Ingredientes

.8 gemas em temperatura ambiente
.½ colher (sopa) de farinha de trigo
.Manteiga para untar
.4 xícaras de açúcar
.4 xícaras de água
.1 pacotinho (10g) de açúcar de baunilha

Modo de preparo

Na batedeira, bata as gemas por 15 minutos ou até que fiquem bem fofas e leves. Junte a farinha peneirada misturando levemente com uma colher. Distribua a massa entre 20 forminhas de empada de 5cm de diâmetro untadas com manteiga. Leve ao forno moderado (180°C), preaquecido, por 12 minutos ou até dourarem. Deixe esfriar e desenforme. Em uma panela, leve ao fogo alto o açúcar com a água e o açúcar de baunilha e deixe ferver. Cozinhe por 20 minutos ou até obter uma calda rala. Em uma tigela, regue os papos de anjo com a calda. Deixe esfriar, leve à geladeira por três horas e sirvaota: Pode ser adicionada água para obter a espessura desejada