quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

FALANGES MISSIONÁRIAS EXTINTAS-

SALVE DEUS.






Sabemos que a existência das Falanges Missionárias são muito importantes, não apenas para a realização dos inúmeros Trabalhos Doutrinários como para a evolução das Ninfas da Doutrina do Amanhecer através do serviço na lei do Auxílio.
Entretanto,  há alguns anos, algumas Falanges Missionárias foram extintas, conforme podemos ver abaixo:

TATIARAS - Exerceram alguns trabalhos, mas foram extintas quando a Primeira Ninfa Terezinha Jordão deixou a Doutrina. 

 ZINGARAS - Muito estimadas por Koatay 108, trazida em 1-5-1976, sendo portadora da força transcendental a Primeira Ninfa Tânia, que se afastou da Doutrina, e, apesar dos esforços de Tia Neiva para manter a falange, Mãe Yara determinou sua extinção;

 ESMÊNIAS - Criada para o trabalho específico nos esquifes da Estrela de Nerhu, tendo como Primeira a Ninfa Liliana Fogaça, que se afastou da Doutrina e nem chegou a vestir a indumentária, teve sua missão substituída pela Espiritualidade, que, para evitar a paralisação do trabalho, permitiu que fosse feito um rodízio com as outras missionárias para exercerem a função das Esmênias, obedecendo a uma escala; 

A presente postagem é apenas a título de curiosidade para os que gostam de saber detalhes da nossa Doutrina. Sendo que nada mais conseguir sobre as mesmas, nem a história nem indumentárias; caso as informações me cheguem eu publico maiorees informações.
Salve Deus.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

DONA EDUVIRGEM- Você conhece esta história de Tia Neiva?

Salve Deus. Jesus em nossos corações.
 
 
 
 
 
 
Nesta Carta de título "Colônia", Tia Neiva, em 08 de novembro de 1977, nos apresenta alto conhecimento sobre a Obra Divina que somos e vivemos, falando das formas coloniais de vida, dos diversos ciclos e a elevação que o Homem pode estar ligado e as formas e oportunidades de elvação espiritual ou evolução que são colocadas, pela Bondade Divina, à disposição de todos os seres encarnados ou desencarnados.
Tia, nos conta que, em circunstâncias piores ou mais piores possíveis, conheceu uma senhora de nome Eduvirgem, porém não esclarece que circunstâncias são essas. Conta, porém, que dona Eduvirgem tinha uma família numerosa: filhos, marido, genro, nora; porém todos em compelto desajuste.
Certo dia, dona Eduvirgem chegou à casa de Tia Neiva em busca de um remédio pois estava sonolenta a ponto de descuidar-se de seus afazeres. E isto era complicado porque dona Eduvirgem era o baluarte da família, ou seja, aquela pessoa que toda a família dependia para quase tudo e por isto Tia começou a preocupar-se com a sitiuação física da mesma.
Duas horas da tarde de um dia de segunda feira, ao ir á cidade Livre, Tia Neiva encontrou dona Eduvirgem recostada numa máquina de costura dormindo serenamente. Neste instante um rapazinho vinha cantarolando quando de uma outra porta surgiu outro cidadão, que zelando pelo sono de dona Eduvirgem, pediu silêncio ao rapazinho. Depois disse que ia levar dona Eduvirgem ao médico porque, preocupado, acreditava que o sono da mulher poderia ser uma doença.
A partir daí, Tia disse que não soube o que aconteceu, porém, deixou-os providenciar o médico e foi sem saber como ou porque trabalhar noutra sintonia. Então, Tiua chegou a uma Colônia não muito conhecida e por isto estava meio assustada e sentiu alguém conversando perto dela onde um vidro os separava. Era um casal. A mulher apresentava ter 40 anos e o homem 45 anos. Esse casal tinha um diálogo de amor, porém, sem esperanças de se unirem. A mulher dizia coisa que logo Tia reconheceu ser dona Eduvirgem, tais como " Estou cansada. Não tenho forças para continuar. Sinto uma terrível sonolência..." Tia focou diante desta descoberta muito admirada e sem reação, não saberia por quanto tempo. Enquanto isso o homem dizia para a mulher: " tenha paciência, sinto que está breve, tudo passará". Nisto, a moça pos a mão no peito deu um grito e desapareceu. Tia conta que ficou desapontada sempre que se recordava o quadro naquela Colônia.
Certo dia, Tia Neiva encontrou no templo uma das filhas de dona Eduvirgem e perguntou-lhe pela mãe, uma vez que nunca mais teve notícias da mesma. A filha disse à Tia Neiva que naquela tarde em que a mãe dormira recostada na máquina de costura, ao receber uma injeção de um farmaceutico, veio a morrer; pois ao receber um calmante seu coração não aguentou, morreu onde estava."
E assim, Tia nos fala que "Assim na Terra como no Céu temos sempre alguém nos amando e nos esperando."
Aprendemos, também, que "o ser humano vive colonizado e que a grande obra esta sendo realizada nos Planos superiores vai eliminar do corpo humano as formas inferiores de vida e alerta que por mais que o ser humano dem expansão aos eu conhecimento e por mais que estudem, por mais que aprofundem, não poderão penetrar da limitada posição que ocupam em toda a sua existência. E digo, existência apenas neste planeta".
 
 
 

NEAMZE: Você conhece esta história?

Salve Deus. Paz e Luz em nossos corações.
Tia Neiva. mãe amorosa e zelosa na condução espiritual de seus filhos não poupou esforços para registrar todo o conhecimento que pudéssemos necessitar; pois tinha pleno conhecimento que muitos filhos chegariam após o seu retorno ao Astral Superior e que nem sempre nós, os seus filhos que viemos depois, ficaríamos sedentos de orientações. Assim, o acervo é imenso e deve ser assimilado gradativamente. E neste rico acervo, entre os escritos deixados por Tia Neiva, encontramos a Carta datada de 08 de abril de 1979 e dirigida ao filho Raio Lunar, entretanto, a todos os demais filhos podem se beneficiar com ensinamentos tão relevantes.
 
Nesta postagem, não será publicada a Carta na íntegra, mas, vocês podem lê-la neste Blog ou em outros vários sobre o Vale do Amanhecer; daremos ênfaze à história de Neamze e em seguida alguns comentários para que possamos refletir sobre as palavras de nossa Mãe.
 
 
Pois bem, Tia nos conta a história de uma Pitonisa muito rica e que a toda a população daquela época, em que se falava ainda em Amon-Zeus por todo o Egito e Neamze, este era o seu nome, era uma das divinas do Oráculo de Amon-Zeus. Ela estarrecia a todo o povo com sua grandiosa força e seu poder que de qualquer forma era eficiente. Assim, certo dia, Neamze curou o filho de um THUNIS e resolveu, então, fazer uma profecia e veio a profetizar sobre uma escrava do mesmo. Em advinhação ela proclamou a morte da escrava que era a preferida do Thunis.
Ao receber a profecia o Thunis furioso esperou a morte da escrava preferida e, passado o dia fatídico, a escrava continuou viva sendo que o evento morte não se realizou. Então o Thunis esqueceu-se do que recebeu com a cura do seu filho e pensou que a cura do filho foi mera fatalidade e acusou Neamze de impostora e mandou matá-la. Após a morte de Neamze, após três dia passados, a escrava preferida do Thunis morreu. Quando ao seu filho, nada aconteceu e este foi feliz.
O Thunis, porém, foi infeliz a vida inteira, sendo que antes da previsão tudo era tão lindo para aquele homem.
 
Salve Deus.
Tia quis nos advertir dos perigos das advinhações e das previsões mesmo que tenhamos esta capacidade é conduta doutrinária guardarmos a possibilidade do acontecimento agindo dentro da manipulação de energias, das vibrações das orações e preces, tudo de acordo com a Lei do Auxílio, para que, se for merecimento tal não se concretize e numa parte nos avisa: " Sim, filho, não se preocupe se seu Mentor não é advinho. Partimos, filhos, para a curadores ou curandeiros. Não são médiuns ou são e não desenvolveram e fazem suas curas pelo canal de emissão que Deus lhe proporcionou pagam, na maioria das vezes, os velhos débitos pelas críticas dos que são curados."
 
Que aprendamos a lição de Neamze que Tia nos trouxe, para que não sigamos a velha estrada já tão trilhada e que sempre conduz à perda de nossa evolução e ganho de outros débitos desnecessários.
Salve Deus.

REENCARNAÇÃO: Prova inquestionável!

Salve Deus.


Dia desses estava assistindo um documentário no Canal History 2 sobre pesquisas acerca da existência do espírito e provas da imortalidade do Homem e busquei fazer algumas anotações para postar aqui no nosso espaço, o que faço nesta hora. Espero que vocês gostem e, gostando recomendem aos amigos e contatos, bem como façam compartilhamento entre seus amigos e seguidores. Deus pague a todos! 

Esta extraordinária história consta de pesquisa científica sobre espiritualidade sendo considerada pelos cientistas como prova irrefutável da imortalidade do Espírito do ser humano:





Aos dois anos, um menino de apenas dois anos, morador dos Estados Unidos da América de nome James Leniguer começou a ter pesadelos diarios com um acidente de avião, o que muito preocupou seus pais, pois a situação era angustiante diante do pavor que a criança era submetida todas as noites praticamente.
Certo dia, enquanto sua mãe lhe contava uma história, o menino, inesperadamente disse á mãe que também queria lhe contar uma história e passou a relatar, com riqueza de detalhes como foi o acidente de avião em que ele morrera.
A partir desta data, o menino insistia em relatar o acidente com riqueza de detalhes e demonstrava grande conhecimento sobre aviões, nomes, marcas e peças dos mesmos. Assim, o menino informou o nome do avião que pilotava, o nome do porta avião e seu nome na vida passada: James Houston, bem como nome de seus colegas de equipe.
Em suas buscas para encontrar a resposta para a  situação que a família via-se envolvida, o pai da criança foi convidado para participar do Encontro anual de Soldados americanos que atuaram na 2ª Grande Guerra Mundial e confirmou que realmente havia um porta avião com o nome que seu filho falava, houve também um soldado chamado James Houston, nome que o filho dera como sendo o seu e que morrera aos 21 anos em 03/03 1945, quando seu avião foi atingido.
O mais espantoso é que o pai localizou a irmã do soldado morto na guerra e no encontro desta com o menino este surpreendeu a todos ao perguntar à mulher sobre um quadro que a mãe da reencarnação anterior havia pintado para eles. A mulher emocionou-se porque ninguém sabia que o quadro havia sido pintado para eles, somente ela e o irmão conheciam este fato, sendo que ao buscar o quadro que encontrava-se no sótão, o menino o reconheceu de imediato!
Certo dia, enquanto pai e filho brincavam, o menino disse que os escolheu para serem seus pais porque sabia que eles seriam bons pais porque lá do céu os haviam observado em um Hotel de paredes cor de rosa, no Havaí.
Quando o menino tinha 12 anos, os pais resolveram fazer uma homenagem no local do acidente de avião que segundo o filho lhe vitimara durante a guerra. No meio da emocionante homenagem, a mãe então disse-lhe que ele fora um piloto de avião corajoso, que lutara com bravura, que teve uma vida boa mas, que agora ele tinha outra vida, também boa e que devia vivê-la da melhor maneira possível. A partir daí o comportamento do menino mudou: não vive e revive sua vida passada e o acidente, ele diz que sabe que teve outra vida antes desta mas agora ele vive apenas a paz daquela outra vida.
Linda história para se pensar, não?

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Estamos em férias!

SALVE DEUS!

ESTAREMOS DE FÉRIAS ATÉ 24/01/15

A lenda do cigano de olhos azuis. Jurema Maria Nogueira,

 
imagem da internet.
 
 
 
Espanha! Andaluzia! Terra de sons e cores! Terra da alegria e do amor! Nesta  linda  terra uma Tribo de ciganos acampou nos arredores das cidade e logo começaram os dias dentro de seus preceitos e de suas tradições. Haviam muitos jovens ciganos no acampamento e tudo era festa, desde a venda de  um tacho de cobre até um bom assado no jantar. Viviam cantando, viviam dançando e isto  trazia alegria aos jovens e felicidade aos velhos. Tudo ia bem, o vento soprava aliviando o calor, as noites eram estreladas, tudo perfeito.
Muitos casais já estavam arranjados, conforme o costume. E não foi diferente com Vladymy e anaha, ambos de origem russa, o que os fazam ainda mais misteriosos. O jovem cigano Vlady, como era chamado, era muito galante e sedutor com seus olhos negros e profundos, dominava com maestria os cavalos, não só dominando-os mas, também comerciando-os. Anaha, ciganinha delicada de pela alva e lindos cabelos cacheados dançava com mais leveza do que todas. Mas, apesar da aparente felicidade do jovem casal e da alegria das famílias com o compromisso, nem tudo era brilho de ouro, nem tudo era perfeito como deveria ser, pois Anaha não tinha amor pelo noivo mas aceitava-o já que o costume sempre fora cumprido com sucesso. Porém, o coração da jovem cigana não conhecia o amor. Gostava de ser a prometida de Vlady pelo respeito que ele tinha de todos por sua aparência, sua coragem e força, o que o fazia o melhor candidato entre todos os jovens do acampamento sendo que o jovem cigano era muito seguro de si e muito vaidoso.
Numa noite de lua cheia, após um dia em a dinheiro foi ganho com fartura, na negociações dos ciganos e na leitura da buena dicha das ciganas, enquanto o assado rodava no fogo e a bebida esquentava os corações, animada música fez-see ouvir, com homens tocando vários instrumentos. As ciganas batiam palmas com animação, quando a cigana mais velha começou uma linda dança, que parecia desenvolvida por uma jovem e não por uma senhora já com a idade avançada. Após alguns minutos ela se aproximou de uma cigana e dançaram juntas lindamente. Após, cada uma se aproximou de outras duas ciganas e assim foi até que todas as ciganas estivessem dançando, tornando a noite uma festa de cores, sons, cheiros e alegria.
A noite ia alta e as estrela já se retiravam do céu quando um cavalo  invadiu o acampamento  causando surpresa e temor. Afinal, sofriam muitos atentados e eram vítimas de crueldade de toda sorte, na maioria das vezes durante o sono ou durante as festas, quando por causa da bebida ficavam vulneráveis. Por isto, os ciganos mais afoitos pegaram sua armas e se colocaram em guarda enquanto as mulheres se protegeram em suas barracas. Porém, algumas ciganasm entre ela Anaha ficaram entre o cavalo e um barranco, encurraladas. O cavalo, assustou-se e empinou, deixando cair um fardo no chão, Todos correram e perceberam que o fardo era um gadjô ferido, muito ferido.
Anaha olhou para o gadjô e um estremecimento lhe percorreu o corpo, jamais esqueceria aquele olhos azuis.
O resto da noite reuniu-se os ciganos idosos para decidirem o que fazer: ajudar o homem ou levantar acampamento e deixa-lo a própria sorte. Depois de muita discussão, uns temiam que ao ajudar o homem fossem acusados de sua morte, pois o mesmo estava muito ferido e provavelmente não se salvaria, por isto deveriam levantar acampamento; outros entendiam que podiam ajudar e, independente do resultado podiam cobrar de alguém os gastos com a ajuda ao homem, pois isto seria uma dívida de honra, até para os gadjôs. Na votação, o grupo que pretendeu ajudar ganhou e o homem foi colocado na barraca do líder, pois seria necessário cuidar de sua segurança.
Poucos dia após, o homem recuperou-se e contou que estava em uma viagem de negócio e foi assaltado por bandoleiros e teve os bens roubados, com um grande prejuízo pois vinha de uma viagem de negócios de compra e venda de ouro para fabricação de joias. Informou que os que faziam a sua segurança estavam todos mortos.
 Durante o tempo em que o homem esteve com o ciganos estes não fizeram festas, por não aceitavam que os gadjôs se encantassem ou tivessem interesse em seus costumes e observassem sua mulheres. Porém, mesmo assim em poucos e raros encontros entre o homem, Henrique e a cigana Anaha o amor nasceu e ficou maior do que o coração de ambos.
Vlady  tudo percebia e plantou a semente do ódio em seu coração. Não quis levar seu problema ao conselho dos anciões prque sabendo da posição do negociante podia ser que alguns votassem para o casamento deste com Anaha mediante de uma grande quantidade de ouro como indenização ao povo e aos seus pais. Não! Isto, não! Queria Anaha nem que fosse para odiá-la o resto da vida!
Então, certo dia, Vlady viu uma cena que jamais sairia de seu coração e que o fez odiar cada vez mais Anaha, que segundo a crença cigana era a culpada por tudo o que acontecia: Vlady assistiu uma cena de amor entre o casal apaixonado e não sabia que eles pretendiam fugir na próxima lua cheia, pela madrugada, quando a claridade seria uma aliada.
Porém, em seu ódio, ficou paralisado e ficou observando os beijos apaixonados, os olhares, as carícias e teve que fazer muito esforço para não mata-los ali mesmo, abraçados. Ouviu quando se despediram e a cigana saiu na frente, rumo a barraca da família enquanto Henrique ficava deitado na relva estendendo aquele momento de amor.
Vlady aproximou-se em silêncio e empunhando o punhal assassinou o gadjô, que surpreendido, não deu um gemido. Enterrou o corpo perto dali, porém, antes arrancou o coração do homem e o guardou com cuidado.
Por dias e dias procurou-se o homem. A cigana não podendo revelar o seu segredo, calou-se pensando que naquela noite, a primeira de amor entre eles, Henrique teria fugido para não cumprir a promessa de leva-la com ele.
Vlady tornou-se cruel e ameaçou Anaha de denunciá-la ao Conselho caso ela não se casasse com ele conforme a tradição e queria  de fosse rápido. Sem alternativa a cigana casou-se com Vlady na  1ªlua cheia, dia em fugiria com Henrique. Apesar de toda a alegria de todos seu coração tremia de dor, pensando ter sido abandonada pelo seu amor. Foi quando Vlady lhe trouxe uma carne muito bem temperada e assada e ela comeu , embora sem apetite.
Naquela noite, sonhou com Henrique que lhe disse ter lhe deixado dois pedaços de si: um filho e seu coração!
Anaha deu a luz a um lindo menino que, estranhamente para todos, mas não para ela e para Vlady, tinha os olhos azuis.
A vida de Anaha foi proteger seu filhinho do ódio de Vlady, pois embora diversas vezes tivesse pedido perdão e tentado explicar que amara Henrique sem ter planejado ou desejado, jamais foi entendida pelo marido, que tornou-se um cigano amargo e agressivo, a quem todos evitavam.
Pelos cuidados da mãe o menino, Dnyel, cresceu e se tornou um lindo cigano, diferente de todos por causa de seus lindos olhos azuis e cabelos acastanhados. Dizem que Santa Sara, compadeceu-se da vida de dores de Anaha e pediu a Jesus que lhe desse muitos descendentes: todos ciganos de olhos azuis.
 
( História da cigana Jurema)  

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Palavra de Aganara: A FÉ E A MUSCULAÇÃO.


imagem da internet.




Salve Deus. Paz e Luz em nossas vidas.

Meus amados (as) este final de ano foi realmente muito difícil para mim. Parecia estar em meio a uma tempestade, de madrugada no escuro, sozinha e sem onde ou com quem me abrigar. Atravessei uma faixa cármica de gigantesca proporção, mas, graças a Deus, estou cumprindo o que devo cumprir, sempre consciente que meus credores são pacientes e até exigem pouco diante do muito mal que lhes fiz.
No meu trabalho todos sabem da minha Doutrina, embora a maioria não tenham consciência do que seja o "Vale do Amanhecer", muitos me tem como evangélica  outros como Kardecista. Com poucos explico; a maioria, porém, ainda não estão prontos e eu me calo. O certo é que me acham " esquisita", "exótica" " meio aciganada" "carola, porque a maioria não tem religião". Mas. muitas vezes sou solicitada a fazer uma prece ou um esclarecimento para algum aluno, mãe de aluno ou professor e nesta hora veja a grandeza desta Doutrina e muitos se calam diante desta grandiosidade que nos faz, jaguares, um pouquinho diferente dos demais por sermos filhos de Koatay 108, Mãe Zelosa que nos orientou e orienta na nossa jornada.
Porém, desde o início do 4º trimestre deste ano passado, muitos sofrimentos foram se impondo e, muitas pessoas percebem, ouvem observam e a gente fica à mercê dos julgamentos dos que ainda não aprenderam a amar e ouve opiniões e críticas que muitas vezes nos entristecem: " Por isto que eu  não rezo:  quanto mais a gente reza, é pio!" " Puxa, esta sua doutrina não presta pra nada, você vive cheia de problemas!", Por isto eu digo: fazer o bem faz mal" ou ainda: " Vou trazer uma oração de Santo..... você vai ver, tudo vai resolve!" " Minha irmã, você tem que trocar de ministério..." " O Padre... falou no rádio que..."
Um dia, a situação foi mais complicada porque uma colega de trabalho disse: " Você tem que repensar esta religião que você pratica, cada hora é uma coisa! Ah, se fosse eu não aguentava!"
Naquele dia passei mal o dia todo e fiquei de cama. À noite tive um transporte e me encontrei com Pai Benedito de Aruanda, que me acompanha em minhas excursões noturnas e lhe contei o que estava acontecendo. Ele ficou pensativo por um tempo, depois sacudiu a cabecinha de cabelos brancos e me puxou para sentarmos numas pedras que estavam próximas.
Filha- disse- Você ainda perde tempo com essas coisa, filha, com essa gente que só sabe falar, falar, falar sem saber o que fala? Quem muito fala pouco ajuda; porque a manipulação das palavras  não é para qualquer espírito, é preciso ter o dom da palavra: a palavra constrói ou destrói o ser humano. e quando essa gente falar da sua fé responda com o conhecimento do que vou falar: " Quem não faz exercício carrega um objeto muito pesado, mas, quem faz exercício físico e fortalece os músculos carrega uma objeto muito mais  pesado com muito mais facilidade. Salve Deus.
Alguns dias depois, sala dos professores cheia, recebo um telefonema de uma filha que mora distante e fiquei muito triste com o que ela me contou. Uma colega percebendo, assumiu um ar de deboche e disse: " outra, hein? Não sei como você aguenta! Se você comigo eu não aguentava. Senti que todos me olharam e aí me lembrei de Pai Benedito e disse: " Graças a Deus que tudo isto acontece comigo  e não com você ou com outra pessoa; porque tenho força e fé suficiente para não me desesperar; realmente, se fosse com outra pessoa talvez já tivesse feito uma loucura; mas, sabe um amigo me disse que a fé é igual musculação: quem não faz  musculação carrega um objeto pesado mas quem faz carrega um objeto mais pesado e com mais facilidade e assim também, quem não tem fé passa pelos problemas mas quem tem fé tem mais condições de suportar. Por isto vocês ficam surpresas por eu aguentar tantas dificuldade e suportar sofrimentos que vocês dizem que não suportariam.
Todas se calaram e foram saindo uma a uma da sala.
Espero que tenham pensado sobre o ensinamento do meu amigo e aprendido a lição. Salve Deus.