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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Casos engraçados acontecidos no Templo tanor:rir ainda continua sendo um bom remédio!

Os sofredores
Estávamos fazendo a limpeza do templo, à noite; eu e mais duas ninfas. Ao mesmo tempo que limpávamos falavamos de diversos assuntos da Doutrina. estávamos bem empolgadas por que estavamos seguindo na direção do 2º passo iniciático!
De repente, a ninfa começou a comentar que Tia Neiva tinha dito que, um dia, o Vale do Amanhecer teria filas imensas de sofredores vindo em busca de auxílio, distraída, tocou o sininho do Radar.
Neste momento, ouvimos um barulho como se muitas pessoas estivessem chegando, era noite e ficamos com medo, se fossem os sofredores, seriam muitos(a julgar pelo barulho) e nós, como faríamos com tantos desencarnados?! Sem Mestres e Adjunto?
Apavoradas, corremos para o único lugar que poderíamos esconder, na época: atrás da parede da Cura! E ali ficamos tremendo de medo. O barulho aumentava, nós, reclamando com a ninfa que tocara o tal sininho, avisando que o trabalho estava aberto naquela noite. O barulho crescia, devia ser desencarnados da cidade toda e das cidades em volta.
Ficamos escondidas até que tivemos coragem para ir na porta olhar o que acontecia; se fossem desencarnados, pediríamos para que voltassem, no outro dia, domingo, para serem atendidos.
Chegamos à porta e, no escuro pudemos ver, uma boiada que entraram na àrea do Templo porque a porteira estava aberta.
O chicote magnético
Uma ninfa muito engraçada que tem em nosso templo (eu não vou falar quem...) contou que quando pertencia a outro templo do Amanhecer conheceu um casal, ele Doutrinador e ela, ninfa Lua, que sempre trabalhavam juntos.
O mais interessante é a maneira como eles trabalhavam na mesa evangélica. Ao fazer a Doutrina, o Mestre se esmerava ficando muito tempo falando coisas muito bonitas; ao final ele dizia em alto e bom tom:
_ Salve Deus, pai Seta Branca, chicote magnético nele!Obatalá...Obatalá...
ao terminar, a Ninfa, dava um volteio com o cabelo presos em rabo de burro e fazia um barulho, ao mesmo tempo que fazia a entrega do sofredor, segundo ela, diz o barulho era parecido com um"hiiiiii", jura que lembrava bem o rincho de um cavalo...
O espírito desencarnado
Temos alguns pajezinho em nosso templo e todas as crianças são muito inteligentes e participativas; filhos de médinus estão sempre antenados nos assuntos do Templo, prestando a atenção até quando pensamos que estão distraídas.
Em um domingo. Uma dessas crianças estava perto, quando um mestre contava com amor e animação como um espírito acrisolado no ódio pode se deformar a ponto de ficar igual a um animal, perdendo a forma humana.
Mais tarde esta criança dormiu e a mãe, Ninfa Doutrinadora foi para o Templo trabalhar e deixou a criança no alojamento das ninfas dormindo, bem agasalhada porque estava muito frio.
Eu saí do templo para resolver um problema e ouvi a criança chorando muito, parecia apavorada. Corri ao quarto e lá estava ela, debiaxo da coberta, tremendo. Perguntei o que aocntecera mas não conseguiu responder. Nada me restou a fazer senão acalmá-la colocando-a em meu colo. Assim que ele parou de chorar eu perguntei:
_ O que foi que aconteceu, amor?
_ Um espírito feio e tá com raiva!- falou chorando
Quando eu perguntei onde tinha visto, ela apontava para a porta. Eu olhava e não via nada.
É, pensei, as crianças vêem mesmo coisas que não vemos. E olhava para porta sem nada ver.
De repente, ouvi um barulho esquisito, como o ronco de uma pessoa.
_ Meu Deus, pensei, além de ser sofredor ainda ronca! E a criança começou a chorar mais alto ainda.
No meio do choro pude ver que o ronco vinha de debaixo da cama. me abaixei e olhei e vi o tal"espírito sofredor", que era na verdade um espírito sofredor, só que canino. Quem estava debaixo da cama era o " cigano fofão"um enorme cahorro abandonado, muito grande e esquisito, de raça desconhecida, cheio de feridas, que descobriu o templo e por lá foi ficando e, com o frio que fazia se enfiou debaixo da cama roncando como gente.